RECORDAR É VIVER
22 mar 2008 - 11:36Coutinho: hoje, ontem e para sempre
Coutinho e Pelé formaram a mais fantástica dupla de ataque da história do futebol - e suas tabelinhas são um capítulo à parte no que há de mais mágico neste esporte. Este centroavante gordinho, nascido em Piracicaba em 11 de junho de 1943, registrado como Antonio Wilson Honório, nunca foi coadjuvante do maior jogador do mundo. Com a camisa do Santos, marcou 370 gols. E nunca, nunca deu um bico na bola. Ele sempre a tratou com o carinho que só os craques, os monstros sagrados dos estádios, sabem fazer. Coutinho não chutava – ele acariciava a bola para dentro do gol. E era tão frio na hora da decisão que, muitas vezes, incomodava. Seus companheiros testemunharam: para Coutinho, jogar em Wembley, no La Bombonera, com casa lotadas, ou no campinho de terra da esquina, era a mesma coisa. O fato de atuar ao lado do Rei Pelé ofuscou o seu brilho verdadeiro. Pensa que ele ligou? Nem o fato de ter vivido uma época de ouro do futebol brasileiro e de não ter tido a chance de ser titular da seleção. Talvez porque sempre soube que também foi rei nos estádios.

22 mar 2008 - 22:43
É, dizem que Pelé subiu…com um pé num ombro do Coutinho e outro no do Garrincha.
23 mar 2008 - 07:24
Caro Pé Vermelho, “dizem” quem? E se dizem, dizem errado. Pelé é Pelé. Garrincha é Garrincha. Coutinho é Coutinho. E a bola é redonda. Abraço. Saúde.
23 mar 2008 - 08:34
Vou morrer sem contar quem dizeu. E de bola tanto entendo que comecei a jogar futebol aos 13 anos. Daí, fui piorando, piorando…
24 mar 2008 - 17:22
Valeu, ZB! Um pouco da memória do nosso futebol. Viva Coutinho, viva Pelé!