Polícia descarta latrocínio em morte de prefeito A polícia paranaense prendeu um homem suspeito do assassinato do prefeito de Rio Branco do Sul, Adel Rutz, morto na noite de segunda-feira ( 1). Segundo o governador Roberto Requião, pelo twitter, o suspeito seria o piloto da motocicleta que conduziu o atirador.
O corpo de Adul Rutz (PP), 36 anos, está sendo velado no distrito de Açungui, área rural em que o prefeito nasceu. O corpo foi velado em três lugares- na Paróquia Nossa Senhora do Amparo, matriz do municipio, na sede da Prefeitura e na Câmara Municipal. O enterro está previsto para ocorrer às 8 horas de quarta-feira (3) no cemitério da localidade de São Vicente, a três quilômetros de Açungui.
O prefeito Adel Rutz (PP), de 36 anos, fo morto com 5 tiros. Testemunhas disseram que um motociclista fechou o carro, enquanto a pessoa que estava na garupa disparou contra o prefeito. Foram pelo menos 15 tiros que atingiram o carro . A polícia já descartou a hipótese de latrocínio, já que nada foi roubado.
Um parente do prefeito perseguiu a moto e conseguiu derrubá-la, mas os dois ocupantes fugiram a pé, embrenhando-se em uma mata. A moto tinha sido roubada em novembro do ano passado no município vizinho de Itaperuçu.
Durante o velório, nesta manhã, familiares e assessores do prefeito garantiram que ele não tinha nenhuma inimizade e nem teria relatado qualquer ameaça. Além disso, mantinha uma relação tranquila com a Câmara de Vereadores.
Ex-vereador, ele recebeu 65% dos votos nas eleições de 2008, o maior porcentual já registrado na cidade. Rutz tinha se separado da mulher havia pouco tempo. Ele deixa dois filhos, de 5 e 15 anos.
A vida política do município de 33 mil habitantes tem sido bastante agitada desde 2002, quando o prefeito Bento Chimelli teve o mandato cassado sob acusação de homicídio. A vice-prefeita Joana Elias assumiu, mas dois anos depois também foi cassada, acusada de nepotismo e improbidade administrativa. O então presidente da Câmara, Elias Maltaca, terminou o mandato.
O prefeito eleito em 2004, Pedro Portes de Barros, ficou três meses no cargo e foi cassado sob acusação de compra de votos. O segundo colocado, Amauri Johnson, assumiu, mas, acusado de desvio de recursos públicos e fraude em licitação, também foi cassado. Seu vice, Emerson Stresser (PMDB), terminou o mandato e agora, com a morte do prefeito, voltou a assumir a prefeitura.
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Comentarios (3)

marcos
said:
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... È lamentavel, o valor que tem a vida do ser humano tem...independente de ser o prefeito ou não , é mais um cidadão que deixa familia e filhos ; e passa a fazer parte das estatisticas no mapa da violencia. |
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Carla.
said:
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... Como a falta de Deus inflama a ambiçao no homem aponto de tirar a vida de outra pessoa. Lamento profundamente á sua morte,vai com Deus Adel. |
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