O OLHO APRISIONADO

Postado por Julio Covello

de Valêncio Xavier sobre fotos de Julio Covello Aos olhos que somente vêem deve ser deixado ver somente aquilo que o olho aprisionado permitir. Como numa prisão o olho/prisioneiro/carcereiro o olho/julio/covello conduzirá/conduz o tempo o espaço da visitação muda/imóvel dos olhos livres agora aprisionados.

O OLHO APRISIONADO

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O OLHO APRISIONADO

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de Valêncio Xavier sobre fotos de Julio Covello A imagem aprisionada poderá ser por acaso ou ser acontecida ou grafitada na letra de forma escrita pelo olho/lente. Outras letras, palavras, frases inteiras cortadas ou não podem ou não emparedar a cela.

O OLHO APRISIONADO

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de Valêncio Xavier sobre fotos de Julio Covello Na restrita retangularidade da cela aprisionada, o olho/lente poderá distribuir claros/escuros nas formas que lhe aprouver: triângulos, quadrados, círculos…determinado o tempo por precisos mecanismos metálicos. Poderá, se quiser, inclinar o retângulo/cela ao grau e ângulo que escolher.

O OLHO APRISIONADO

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de Valêncio Xavier sobre fotos de Julio Covello A única comunicação possível da cela é com outras infindáveis celas. Pela única porta do olho/prisioneiro poder-se-á aprisionar sombras, luzes, formas, volumes, claros, escuros, outras prisões, outros olhos prisioneiros do tempo no espaço.

O OLHO APRISIONADO

Postado por Julio Covello

de Valêncio Xavier sobre fotos de Julio Covello A cela é um retângulo de vidro lente de aproximadamente y,z x zz,y mm. As paredes/prisões são a altura e a largura. Como em todos os retângulos a largura terá de ser necessariamente maior que a altura.

 

CUNHA INCA

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ALCEU VALENÇA

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DESFILE

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DIZZY

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