Curitiba fica em 16º lugar entre as melhores cidades para se fazer negócios
Postado por Mirian Gasparin em 15/05/2009 em Negócios4 Comentários »
A capital paulista conquistou o primeiro lugar do ranking anual da América Economia Intelligence, elaborado pela unidade de pesquisas da América Economia, como a melhor cidade para a realização de eventos e negócios em toda a América Latina. Curitiba ocupou a 16ª posição ficando atrás do Rio de Janeiro, na 12ª posição, Brasília, em 13º lugar e Porto Alegre 15º lugar.
Para a composição do ranking, a pesquisa avaliou as impressões de executivos das 50 cidades participantes. Além disso, também foram consideradas 50 variáveis socioeconômicas, dentre as quais, tamanho e dinamismo econômico, capital humano, serviços pessoais, corporativos, conectividade física, poder da marca e sustentabilidade.
Segundo a presidente do SPCVB (São Paulo Convention & Visitors Bureau), Annie Morrissey, São Paulo apresentou os melhores resultados nos quesitos indústria, alta tecnologia, transporte, logística e finanças, o que atesta nossas múltiplas qualidades para receber mais de 11 milhões de visitantes do mundo todo e atrair 75% dos grandes eventos ocorridos no Brasil.
Entre as características do município destacadas pelo estudo estão o crescimento na estrutura de serviços corporativos, a capacidade de atrair as sedes das principais multinacionais, além de medidas inovadoras como a Lei Cidade Limpa, que proíbe a instalação de outdoors nas ruas da cidade. A capital paulista deixou para trás destinos como Santiago (Chile), Miami (Estados Unidos), Cidade do México (México) e Buenos Aires (Argentina).
JMalucelli Equipamentos inaugura filial em Joinville
Postado por Mirian Gasparin em 15/05/2009 em EmpresaComente agora »
A JMalucelli Equipamentos, pertencente ao grupo paranaense JMalucelli, está inaugurando filial em Joinville, especializada na venda de pneus Unitrac, linha completa de pneus diagonais industriais e construção e também das marcas Continental Radial Industrial e Techking Radial Construção.
Paraná lidera inscrições no Desafio Sebrae 2009
Postado por Mirian Gasparin em 15/05/2009 em EmpreendedorismoComente agora »
O Paraná foi o estado brasileiro que registrou o maior número de inscrições do Desafio Sebrae 2009, que é um jogo de empresas voltado para estudantes de todo Brasil. Este Desafio oferece a possibilidade de conhecimento do empreendedorismo por meio da gestão de uma empresa virtual.
Ao todo, 20.015 universitários paranaenses manifestaram interesse em participar do jogo que simula, virtualmente, o dia a dia de uma empresa. No total foram 130 mil inscrições no Brasil, mas o Paraná ficou à frente inclusive de São Paulo e de outros estados que têm maior número de estudantes, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
Na avaliação do superintendente do Sebrae, Allan de Campos Costa, este Desafio desperta atitudes empreendedoras, que são fundamentais em países como o Brasil que, anualmente, registra um elevado número de recém-formados. Trata-se de um jogo que estimula a gestão e competências como liderança, trabalho em equipe e administração de conflitos. E também vai preparar os jovens para o mercado de trabalho.
O Desafio começa em junho. Este ano, a equipe campeã ganhará como prêmio uma viagem internacional para conhecer centros empreendedores de Barcelona.
Oi tem maior crescimento nacional no 1º trimestre
Postado por Mirian Gasparin em 15/05/2009 em EmpresaComente agora »
A Oi foi a empresa de telecomunicações que mais cresceu no país no primeiro trimestre deste ano. De janeiro a março, a companhia conquistou 1,7 milhão de novos clientes, encerrando o período com 57,7 milhões de usuários. Deste total, 21,8 milhões estavam em telefonia fixa, 31,8 milhões em telefonia móvel e 3,9 milhões em banda larga. Os números estão consolidados com os da Brasil Telecom, adquirida em janeiro de 2009.
A expansão no trimestre foi liderada pelo serviço de telefonia móvel, no qual a Oi respondeu por cerca de 60% do crescimento nacional. Com isso, a empresa elevou para 21% sua participação no mercado brasileiro, ante 20% de dezembro de 2008. Em São Paulo, onde as operações da companhia foram lançadas em outubro do ano passado, a Oi encerrou o mês de abril com mais de 3 milhões de clientes, quase 7% do mercado no estado. Na comparação entre março de 2009 e o mesmo mês do ano passado, a base de clientes de telefonia móvel da Oi aumentou 45%.
Diminui o medo das empresas em relação à queda da demanda e margem de lucro
Postado por Mirian Gasparin em 14/05/2009 em ConjunturaComente agora »
O Sensor Econômico, indicador de expectativas do setor produtivo pesquisado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em todo o território nacional, aponta, na edição divulgada nesta quinta-feira (14), que diminuiu o medo das empresas em relação à queda da demanda, margem de lucro e situação financeira. Também melhorou, embora ainda continue bastante negativa, a expectativa relacionada aos problemas sociais.
As expectativas em relação ao PIB e contas externas impediram uma melhora mais significativa do Sensor. Por outro lado, agropecuária, indústria, comércio e serviços e trabalhadores não acreditam em quadro recessivo para o Brasil. Em todos eles, a menor pontuação obtida pelo item foi igual a zero, dada pelas entidades representativas do setor agropecuário.
Nos Parâmetros Econômicos houve estabilidade nas expectativas favoráveis em relação à inflação baixa (até 2,5% a.a.), taxa de câmbio sem alterações e redução da taxa básica de juros (entre 0,5% e 3% nos próximos 12 meses). Do mesmo modo, diminuiu significativamente o medo em relação à falta de crédito, melhorando a esperança de acesso de -18,7 pontos, em janeiro, para 2,9 pontos em abril.
Já a indústria está cada vez mais apreensiva com as contas nacionais. O setor de atividade acreditava, até fevereiro, que o PIB brasileiro cresceria acima de 1,5% em 2009. De lá para cá, essa crença diminuiu e hoje o crescimento esperado é próximo de zero.
O lado bom das expectativas industriais vem com o desempenho das empresas e aspectos sociais. No caso das empresas, reduziram-se os temores quanto à queda na demanda, que passaram de uma expectativa de queda de até 2% para a crença na sua estabilidade. O dado mais preocupante de abril está na utilização da capacidade que, acredita-se, ficará entre 70% e 81%.
Feirão apresentará 11 mil opções de imóveis em Curitiba
Postado por Mirian Gasparin em 14/05/2009 em FeiraComente agora »
Começa nesta sexta-feira (15) a quinta edição do Feirão da Casa Própria, que será realizada pela Caixa Econômica Federal (CEF), no Marumby Expo Center, em Curitiba. Segundo informações da Caixa, devem participar do evento, que termina no domingo (7) 160 expositores, entre construtoras e imobiliárias, que apresentarão 11 mil opções em imóveis a esperados 35 mil visitantes.
A Galvão Planejamento Imobiliário e Vendas estará presente ao evento com nove opções de lançamentos imobiliários residenciais, entre casas e apartamentos, localizados na capital paranaense e em Ponta Grossa. A Galvão vai apresentar aos visitantes, imóveis com dois e três dormitórios, situados nos bairros Atuba, Ecoville, Portão, Cotolengo, Sítio Cercado e Barreirinha, em Curitiba, e no Bairro Ronda, em Ponta Grossa. O valor das unidades é de R$ 59 mil a R$ 455 mil. A imobiliária também vai contar com diversas opções de imóveis usados para a venda, nos três dias do feirão.
De acordo com o diretor de contas da Galvão, Emiliano Galvão, a expectativa é de um crescimento significativo nas vendas da empresa durante o feirão, motivado principalmente pelo programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida, que está prevenindo o mercado imobiliário dos efeitos negativos da crise internacional e dando otimismo ao setor. “Como a CEF é responsável pela liberação de crédito para as famílias com renda até dez salários mínimos que desejam adquirir a casa própria, inseridas no programa, acredito que os negócios realizados na feira certamente terão um grande incremento em relação ao evento do ano passado”, explica Galvão.
Madeireiros apontam saídas para reverter perdas
Postado por Mirian Gasparin em 14/05/2009 em IndústriaComente agora »
A criação de um programa de financiamento de imóveis de madeira, a união do setor e o investimento em tecnologia e inovação para reverter a tendência de queda nas vendas do setor e alavancar o setor, foram algumas das medidas apontadas pelos cerca de 70 empresários e dirigentes sindicais do setor de madeira do Paraná que participaram do Fórum Setorial, realizado na quarta-feira (13), em Curitiba, numa promoção da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).
Os participantes assistiram a uma palestra do presidente da Associação Brasileira da Indústria da Madeira (Abimci), Antônio Rubens Camilotti, que apresentou dados sobre a situação da indústria paranaense. De acordo com Camilotti, as exportações brasileiras de produtos de madeira sólida vêm diminuindo desde 2007. Antes, portanto, da deflagração da crise financeira mundial, que só fez piorar o cenário. Segundo dados apresentados pelo presidente da Abimci, houve uma queda de 45% no volume de exportação de produtos de madeira no Paraná na comparação entre o primeiro trimestre de 2008 e o primeiro trimestre de 2009. “Nosso problema é que hoje sumiu o nosso mercado. Por isso essa é uma crise diferente”, afirmou.
Para o empresário, a solução não pode ser outra: é preciso aumentar o mercado interno e a melhor forma de fazer isso seria criar um programa de financiamento de imóveis de madeira. Na sua opinião, é perfeitamente possível construir toda a estrutura de uma casa com madeira. Outras ações listadas foram a redução da carga tributária, a criação de políticas públicas adequadas às particularidades estaduais e a categorização da indústria de base florestal como agroindústria.
De olho nas classes A e B, AC Comercial lança produto inédito
Postado por Mirian Gasparin em 14/05/2009 em EmpresaComente agora »
Com o objetivo de entrar forte no ramo de produtos single, principalmente de olho nas classes A e B, a empresa paranaense AC Comercial, que administra as marcas Todeschini, Tia Anastácia e Leve Supreme aposta num produto inédito para atrair as atenções dos supermercadistas na APAS 2009. O evento, que é o maior do setor no País, acontece de 18 a 21 de maio, no Expo Center Norte em São Paulo.
Mesmo expondo sua linha completa de produtos, o diretor comercial da empresa, Alberto Gura, acredita que um novo conceito deve chamar a atenção do mercado. Segundo ele, a empresa investiu R$ 500 mil no desenvolvimento de um projeto voltado à realidade do público moderno, que busca saúde, mas não tem muito tempo para cuidar da própria alimentação. O produto já chega numa linha de sabores mais sofisticada e é oferecido também na versão fusilli, com os molhos bacon com tomate seco, quatro queijos, pesto e funghi com ervas finas. Trata-se de um prato pronto, que já inclui o molho no momento do cozimento. Diferente do macarrão instantâneo, em que se adiciona o sabor após pronto, o prato pronto, inclui o molho no momento do cozimento. Hoje, a AC Comercial concentra sua atividade no Sul e Sudeste do País, tendo o Paraná como principal mercado.
A participação da AC Comercial da feira de São Paulo é vista com expectativa e otimismo. Segundo o diretor comercial, Alberto Gura, a apresentação de novos produtos no mercado e a busca por parceiros em regiões como o interior de São Paulo e Rio de Janeiro devem reforçar a estratégia de crescer 15% este ano.
Seminário traz gurus de inovação e de embalagens
Postado por Mirian Gasparin em 14/05/2009 em TecnologiaComente agora »
Desmistificando a Inovação em Embalagem é o tema do seminário que será realizado no dia 3 de junho próximo, em São Paulo. Organizado pela revista EmbalagemMarca, o evento promoverá uma discussão com profissionais da cadeia de embalagens – de fornecedores a usuários finais – sobre a importância de ser inovador de verdade. Hoje, o que se vê é uma forte presença da palavra “inovação” nos discursos corporativos. Innovation days são rotina nas grandes empresas. Na prática, contudo, muitas das “inovações” se restringem a extensões de linhas ou outras coisas que agregam pouco ou nenhum valor às empresas.
O seminário discutirá também o descompasso entre o desenvolvimento de novas tecnologias e embalagens e sua adoção pelos end-users. Entre os palestrantes estão o designer anglo-egípcio radicado em Nova Iorque, Karim Rashid; o CEO da consultoria britânica de marcas Blue Marlin, Andrew Eyles; o gerente de embalagens da Coca-Cola Brasil, Paulo Villas; a presidente da Anpei, Maria Ângela R. Barros; e o diretor de Embalagens da Johnson & Johnson, Renato Wakimoto.
Ferrari Agroindústria se associa à Copersucar
Postado por Mirian Gasparin em 14/05/2009 em NegóciosComente agora »
A Copersucar S.A. conquistou mais um acionista, a Ferrari Agroindústria S.A., de Pirassununga, que passa a integrar também a Cooperativa. A Ferrari investiu R$ 140 milhões para aumentar a capacidade de moagem para 2,5 milhões de toneladas já na atual safra 2009/2010. Serão produzidos cerca de 140 mil toneladas de açúcar e 94 milhões de litros de etanol. A Ferrari inicia, também neste mês, a co-geração de 45 MW/h de energia, com venda do excedente de 30 MW/h, equivalente a 130 mil MW/h por safra. Na safra 2008/2009, a usina processou 1,86 milhão de toneladas de cana de açúcar para a produção de açúcar e de etanol.
A Ferrari foi criada em 1953 para produzir aguardente e cresceu como produtora de álcool e de açúcar, além de se dedicar a outras atividades agropecuárias. Em 2007, o grupo transformou-se em sociedade anônima e criou outras empresas, como a Ferrari Agrícola S.A., que incorporou os ativos e atividades do antigo condomínio agrícola, a WSC Participações S.A. e a Ferrari Termoelétrica S.A., destinada à geração de energia a partir do bagaço de cana. O grupo gera mais de 1.750 empregos diretos.
A nova acionista da Copersucar se destaca pelo diferencial logístico de sua localização estratégica junto aos mercados interno e externo, pela sua evolução em governança corporativa e por um crescimento planejado com adequada estrutura de capital. Com a nova associada, a Copersucar contabiliza novas 12 unidades nos últimos quatro anos, compondo um conjunto de 34 unidades produtoras localizadas em São Paulo, Paraná e Minas Gerais, responsáveis pela industrialização de 78,6 milhões de toneladas de cana na atual safra 2009/10.
Vinícola Campo Largo contabiliza investimentos
Postado por Mirian Gasparin em 14/05/2009 em EmpresaComente agora »
Com o final da safra de uva na Serra Gaúcha, em abril, a Vinícola Campo Largo contabiliza os resultados dos investimentos realizados este ano, principalmente a inauguração da sua nova fábrica no Paraná. Ao total, a indústria adquiriu 15 milhões de quilos de uvas que irão gerar cerca de 11,5 milhões de litros dos seus produtos, que inclui vinhos, espumantes, frisantes e suco de uva.
O maior crescimento registrado, não apenas pela Vinícola, mas por todo o mercado, é a fabricação do suco de uva integral. Segundo dados do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), em 2009 deve haver um aumento de 40% na produção no Brasil. No caso da indústria paranaense, as vendas em abril deste ano foram 354% superiores ao mesmo período do ano passado, a produção em Campo Largo foi de 400 mil litros do suco, o que corresponde ao processamento de 600 mil quilos de uva. De acordo com o diretor comercial da Vinícola, Wilton Tremura, a Campo Largo aumentou em 30% o investimento de marketing para este produto e concentrou o foco na área comercial. “Buscamos a melhoria na distribuição, com novos mercados de atuação e uma maior agressividade na divulgação”, explica
Para iniciar a produção do suco no Paraná, a fábrica em Campo Largo recebeu no primeiro trimestre 20 carretas com capacidade para 30 toneladas de uvas. O processo produtivo leva cerca de 60 dias e o suco é vendido em todo o Brasil. Além de construir um novo espaço fabril, a Vinícola também fortaleceu a comunicação e a comercialização do suco de uva.
Segundo o diretor-presidente da Vinícola Campo Largo, Giorgeo Zanlorenzi (foto), com a safra no Rio Grande do Sul encerrada, o momento é de investimento no Paraná, com a aquisição de mais 50 mil mudas para o plantio em terras do Estado. Essas plantas somam aos 20 mil parreirais em fase de crescimento na região metropolitana de Curitiba. Para o empresário, a previsão da primeira safra paranaense é em 2010, das mudas que foram plantadas no ano passado. A expectativa de mercado é positiva, em até cinco anos, projeta-se uma produção de 2,5 milhões de litros, o que representa mais de 10% do faturamento da indústria.
Atualmente, cerca de 150 pessoas estão envolvidas com a produção do suco de uva para a Vinícola, entre o desenvolvimento de mudas, infra-estrutura dos parreirais, plantio e acompanhamento técnico. Gradativamente, o plantio de uvas da empresa está migrando para as terras paranaenses, estimulado pelo projeto “Consolidação da Uva Rústica como Negócio da Agricultura Familiar no Paraná”, do Governo Estadual. A aposta é que em 2014 toda a produção do suco de uva da Vinícola seja feita com uvas da região.
Grupo paranaense cria primeira franquia de clínica/escola em implantes odontológicos do Brasil
Postado por Mirian Gasparin em 14/05/2009 em Franquia2 Comentários »
Aproveitando o bom desempenho do setor de franquias, que este ano tem projeção de crescimento de 13%, a empresa paranaense Instituto Brasileiro de Implantes Odontológicos está lançando um projeto inédito em termos de Brasil, que é a franquia de clínicas/escolas na área de implantes odontológicos.
Como o Paraná é sede de 7% das empresas franqueadoras do Brasil, o grupo está bastante otimista com o novo negócio. A previsão é de que até 2011 sejam abertas 15 franquias. O valor da franquia varia de R$ 100 mil a R$ 300 mil, sendo que as unidades podem ter de 100 a 300 metros quadrados, dependendo da proposta comercial e da estrutura do imóvel onde será instalada.
A diretoria do Instituto Brasileiro de Implantes Odontológicos já está em negociação com investidores de Ponta Grossa e São José dos Pinhais, no Paraná. E, em nível de Brasil, com interessados de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília. Também empresários americanos, italianos e peruanos já manifestaram interesse na nova franquia paranaense.
De acordo com o administrador do Instituto Brasileiro de Implantes Odontológicos (IBIO), Humberto Nunes, o projeto oferece dois formatos de negócios, com ou sem a escola em conjunto com a clínica. Outra vantagem da franquia é que se o empresário não tiver o capital necessário para o investimento inicial, ele terá à sua disposição linhas de crédito que financiam 80% do negócio em até 72 meses, com juros de 5% ao mês.
A seleção dos franqueados leva em conta características como empreendedorismo, entusiasmo, idade e experiência comercial. Além disso, segundo Nunes, a pessoa deve ter conhecimentos de informática, prezar pela qualidade do atendimento e ser um líder.
A ideia do negócio nasceu há seis anos, quando Nunes, então trabalhando no segmento de distribuição de implantes odontológicos, foi procurado por alguns dentistas italianos, que gostariam de se atualizar no Brasil na área de cirurgias avançadas e implantes odontológicos. “Eles procuraram o Brasil para se atualizar, pois a odontologia brasileira é reconhecida no mundo todo e como tínhamos know-how nessa área, sabiam que poderíamos oferecer um curso de qualidade”, conta. Surgia então a marca IBIO. De lá para cá, além dos profissionais brasileiros que também se especializam na escola, o Instituto já recebeu dentistas de países como Suíça, Alemanha, Estados Unidos, Canadá, Rússia, Peru.
Segundo Humberto Nunes, o IBIO é procurado por pacientes que sabem que o Instituto é uma clínica/escola e esperam, assim, ter a garantia oferecida nos procedimentos que os dentistas realizam com a supervisão dos professores.
Grupo japonês Aikawa vai instalar fábrica em Curitiba
Postado por Mirian Gasparin em 14/05/2009 em Negócios4 Comentários »
O grupo japonês Aikawa optou por Curitiba para instalar sua filial no Brasil. A Aikawa – AFT (Advance Fiber Technologies) do Brasil Indústria e Comércio, que desenvolve e fabrica equipamentos e sistemas para a indústria de papel e celulose, pretende iniciar em breve a prestação de serviços, fabricação de componentes e montagem de equipamentos em uma área no bairro Boqueirão.
O Grupo Aikawa, com unidades no Canadá, Finlândia e Coréia do Sul, detém atualmentemente 35% do mercado mundial, mas apenas 13% de participação na América do Sul, mercado que registra maior crescimento no momento, especialmente o Brasil. A direção da empresa japonesa informou que optou pela capital do Paraná devido às condições de infraestrutura e à localização estratégica de Curitiba em relação ao mercado de papel e celulose na América do Sul.
Foram considerados fatores ainda como o alto nível de qualidade de vida apontado pelos indicadores econômicos e sociais, além dos incentivos fiscais oferecidos a empresas com alto nível de inovação e tecnologia. Também pesou na decisão a alta densidade de universidades e escolas técnicas no Município, capazes de fornecer mão de obra qualificada.
A linha de produtos da Aikawa – AFT está focada em três segmentos: sistemas de peneiras para celulose, sistemas de refino e separação de fibra de celulose e sistema de desidratação de celulose. A fabricação desses componentes é orientada por aspectos como aumento da capacidade produtiva; melhoria da eficiência dos equipamentos; redução da perda de fibras e conservação e redução do consumo de energia.
Ações visam consolidar arranjo da madeira em pólo nacional
Postado por Mirian Gasparin em 14/05/2009 em NegóciosComente agora »
As cidades de União da Vitória, no Paraná, e Porto União, em Santa Catarina, concentram mais de 200 empresas da cadeia produtiva da madeira. Reunidas no Arranjo Produtivo Local (APL) da Madeira de Porto União da Vitória, essas fábricas processam madeira bruta, serrada ou laminada, compensados, pisos de madeira, móveis, casas pré-fabricadas, portas e janelas, entre outros produtos. Para tornar a região em uma referência, empresários e entidades vêm desenvolvendo ações para consolidar o APL em um polo reconhecido nacionalmente pela qualidade da produção dessas empresas. Segundo o consultor do Sebrae/PR, Edison Charavara, Porto União da Vitória já é conhecida como a Capital Nacional da Esquadria de Madeira.
O consultor do Sebrae/PR lembra que todo o trabalho na região é fruto de uma evolução, que trouxe benefícios a todos os envolvidos. De acordo com ele, empresários do segmento de esquadrias começaram uma parceria, com a criação do Núcleo de Esquadrias de Madeira. Depois a região foi reconhecida como um Arranjo Produtivo Local. Agora, empresários e entidades estão trabalhando ações para transformar o APL em um polo de referência nacional.
As ações desenvolvidas buscam a melhoria da qualidade, o aumento da rentabilidade e produção, investimento em equipamentos, busca de novas tecnologias, intercâmbio de informações, missões internacionais e, ainda, a participação em grandes feiras que reúnem empresários da construção civil.
Outra ação planejada é o desenvolvimento de um guia empresarial. Segundo o consultor do APL da Madeira, João Ademir dos Santos, existe a necessidade de consolidar informações sobre as empresas. “O guia vai reunir dados sobre o número de empresas, o que essas empresas produzem, informações sobre a região, por exemplo. Esse material será distribuído em feiras do setor, em todo o Brasil”, explica.
Mercado de trabalho desacelera, mas os rendimentos aumentam
Postado por Mirian Gasparin em 13/05/2009 em TrabalhoComente agora »
O mercado de trabalho brasileiro apresenta sinais de forte desaceleração do ritmo de crescimento. Embora o número médio de ocupados no primeiro trimestre de 2009 tenha sido 1,4% maior do que o do mesmo período em 2008, nos últimos meses o indicador apresentou trajetória descendente, e, em março, ficou abaixo de 1%, o que só havia ocorrido uma vez desde 2004. A constatação faz parte do Boletim de Mercado de Trabalho, divulgado nesta quarta-feira(13), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).O documento indica, no entanto, que, de janeiro a março de 2009 essa inversão de tendência não atingiu o grau de informalidade e o rendimento médio do trabalhador, na comparação com os dados do mesmo período do ano passado.
Os pesquisadores analisaram também o nível de ocupação por posição, a fim de mostrar a evolução do grau de informalidade do mercado de trabalho. Esse indicador apresenta uma redução de 1,3 p.p. na comparação do primeiro trimestre de 2009 com o mesmo período de 2008. Esse resultado é fruto tanto da expansão de 3,8% dos postos formais como contração de 1,9% do número de trabalhadores informais.
Além da melhora em relação ao ano passado, o grau de informalidade não apresenta nenhum sinal de piora ao longo do primeiro trimestre de 2009. Isto sugere que a reação das empresas à redução das perspectivas de crescimento tem se concentrado sobretudo no ajuste do nível de emprego, e não propriamente na substituição de vínculos formais por trabalho informal. Estas informações também podem estar refletindo mais flexibilidade no nível de emprego que nos salários: o valor nominal destes últimos é em geral rígido (especialmente para os empregados com carteira) e, na faixa próxima do salário mínimo, esteve ainda sujeito à elevação real de cerca de 12% a partir de fevereiro.
O boletim destaca ainda a heterogeneidade na evolução dos rendimentos por posição na ocupação, em particular naquelas categorias associadas a postos informais. Enquanto o conta-própria registra elevação de 12,3% nos seus rendimentos em relação ao ano passado, os empregados sem carteira assinada registram aumento de apenas 1,9%.