Programa qualifica mão de obra no Paraná
Postado por Mirian Gasparin em 09/09/2010 em EmpregoComente agora »
Terminam neste domingo as inscrições para o processo de seleção pública do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp). Este é o quinto processo de seleção feito no Paraná. Desta vez, são 196 vagas, sendo 156 para Araucária e 40 para Curitiba. Em todo o País, são quase 28 mil vagas oferecidas.
Eu conversei com o secretário executivo do Fórum Regional do Prominp Paraná, Juarez Casnok, e ele me passou alguns dados muito interessantes sobre este programa que começou há dois anos e meio e já conseguiu qualificar 5.500 profissionais. Esta é a quinta seleção que será realizada no Paraná e desta feita as vagas se destinarão apenas para candidatos de nível básico e médio ou técnico.
Segundo Casnok, 25 mil pessoas trabalham hoje na Refinaria Getúlio Vargas, em Araucária, e não há na região qualquer profissional qualificado desempregado. Muito pelo contrário, continuam faltando profissionais, principalmente na área de metalmecânica. Neste sentido, os cursos do Prominp foram criados para preencher esta lacuna.
Em 2004, quando a Repar, de Araucária, fez uma parada técnica para manutenção, dos 5 mil funcionários convocados para este trabalho pelas grandes empreiteiras, 4 mil vieram de outros estados, pois não tínhamos mão de obra qualificada suficiente. Em 18 de julho último, a Repar deu início a uma nova paralisação para manutenção, que deve ser concluída na metade deste mês. Desta feita, dos 5.600 funcionários contratados, 90% são da região de Curitiba e Araucária.
E as contratações não param por aí. Até 2012 quando serão concluídas as obras de ampliação da Refinaria Getúlio Vargas, muita mão de obra qualificada será exigida. Portanto, as pessoas que estão desempregadas e que não têm qualquer qualificação podem encontrar no Prominp, uma grande chance de aprender uma profissão e conseguir um bom emprego.
Até o final da tarde de ontem, mais de mil inscrições foram feitas para as vagas de nível médio e mais de 500 para as de nível básico. Os aprovados no Prominp receberão durante o período do curso uma bolsa mensal no valor de R$ 300 para os de nível básico e R$ 600 para os de nível médio e técnico. Após a conclusão do curso, estes profissionais serão contratados com salários que variam de R$ 900 a R$ 2.800.
As inscrições para o curso, que se transformará numa oportunidade de emprego, podem ser feitas através do site www.prominp.com.br.
Mercado de trabalho continua aquecido
Postado por Mirian Gasparin em 09/09/2010 em EmpregoComente agora »
O mercado de trabalho brasileiro continuará aquecido no quarto trimestre deste ano. Segundo um estudo realizado pela Manpower, o Brasil está entre os mais otimistas na contratação de profissionais entre 36 países pesquisados, ficando atrás só da China, Taiwan e Índia. Na comparação regional, os empregadores do Paraná e do Rio de Janeiro estão entre os mais otimistas do País, ambos com expectativa líquida de emprego de 41%.
O ritmo de contratações permanece alto também nos demais estados. Em Minas Gerais, a expectativa líquida é de 38% e em São Paulo é de 33%.Os dados indicam que 43% dos empregadores brasileiros afirmam que aumentarão a sua força de trabalho e apenas 6% acreditam em redução, o que gera uma expectativa líquida de emprego de 37%. Para o diretor comercial da Manpower no Brasil, Pedro Guimarães, o ano de 2010 tem sido excelente para o emprego no Brasil, com a criação recorde de um milhão e meio de vagas só no primeiro semestre. Baseados na pesquisa, pode-se dizer que os três últimos meses do ano não vão ser diferentes.
Na análise por setor, Finanças/Seguros e Imobiliário é o destaque, com expectativa de contratação de 53% para o quarto trimestre. Em seguida, aparecem Serviços, com 52%, e Comércio, com 43%. No confronto com a expectativa do terceiro trimestre, foi registrado aumento no setor de Finanças e Comércio, pois as porcentagens anteriores eram de 49% e 40%, respectivamente. Já Serviços manteve a mesma previsão.
Para 2010, o crescimento do emprego tem sido generalizado, mas o campeão de contratações é o setor de Serviços. Com a chegada do fim do ano, a expectativa por novas vagas torna-se ainda maior, em parte pela aproximação das festas e do período de férias – que trazem demandas por empregos também no comércio. Em contrapartida, houve queda na expectativa nos demais setores, exceto Transportes e Serviços Públicos, cuja o índice passou de 41% no terceiro trimestre para 42% no quarto trimestre.
A Construção Civil e Indústria apresentaram expectativa de contratação de 31% e 27%, respectivamente, frente a 43% e 35% registrados no terceiro trimestre. As menores porcentagens apontadas para o quarto trimestre foram Administração Pública e Educação (13%) e Agricultura, Pesca e Mineração (15%).
Cesta básica está mais barata
Postado por Mirian Gasparin em 08/09/2010 em InflaçãoComente agora »
O valor médio da cesta básica caiu em agosto, na comparação com julho, em 16 das 17 capitais do País pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em Curitiba, a cesta básica teve queda de 0,71%. A única exceção foi Porto Alegre, onde foi registrado um aumento de 1,36% dos produtos que fazem parte da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada nesta quarta-feira.
No acumulado de janeiro a agosto deste ano, quatro localidades acumulam queda no valor da cesta básica. São elas: Brasília (baixa de 3,71%), Rio de Janeiro (recuo de 0,69%), Vitória (queda de 0,52%) e Belo Horizonte (baixa de 0,07%). Por outro lado, os maiores aumentos no período foram observados em Goiânia (12,08%), Recife (9,87%) e João Pessoa (7,43%). Em São Paulo, a alta acumulada no ano é de 3,27%. Em Curitiba, a cesta básica teve alta de 1,28%.
Dos 13 produtos que fazem parte da cesta básica, oito tiveram queda em Curitiba. A maior redução de preços foi constatada na batata ( -25,87%), seguida de açúcar (-5,52%) e tomate (-3,89%). As maiores altas foram constatadas em banana (11,7%), pão (2,5%) e óleo de soja (1,5%).
De acordo com cálculos do Dieese/PR, a cesta básica para um trabalhador teve um custo de R$ 214,57, em agosto. Um trabalhador residente em Curitiba, e que ganha o salário mínimo precisou trabalhar 92h34min de uma carga horária estipulada em lei de 220 horas somente para comprar a alimentação básica.
Confira a variação dos produtos da cesta básica de Curitiba em agosto e no acumulado do ano:
|
Produtos |
Agosto | Jan/Ago |
| Batata | -25,87% | -16,76% |
| Leite | -3,14% | 17,09% |
| Tomate | -3,89% | -25,11% |
| Pão | 2,50% | 5,35% |
| Óleo de soja | 1,56% | -9,96% |
| Carne | 1,24% | 7,92% |
| Manteiga | 0,43% | 4,62% |
| Café | -2,92% | -2,88% |
| Banana | 11,77%% | -8,37% |
| Açúcar | -5,52% | -9,52% |
| Arroz | -1,14% | 2,35% |
| Farinha de trigo | -2,08% | -0,79% |
| Feijão | -3,15% | 16,67% |
Fonte - Dieese/PR
Riachuelo abre 94 vagas em Maringá
Postado por Mirian Gasparin em 08/09/2010 em EmpregoComente agora »
A Riachuelo está com vagas abertas para loja que será inaugurada, no Shopping Catuaí, em Maringá/PR, em novembro deste ano. A rede de lojas - uma das maiores varejistas de moda do País – abrirá 94 novas oportunidades de emprego exclusivamente para essa nova operação.
As vagas são para 20 cargos divididos entre operacionais, administrativos e financeiros. Entre os benefícios, a Riachuelo oferece VR, VT, plano de saúde, planos de carreiras, participação nos lucros entre outros. Os interessados devem enviar os currículos para o e-mail maringacatuaish@riachuelo.com.br, entregar nas lojas ou se cadastrar no site www.riachuelo.com.br. As contratações ocorrerão em outubro/2010.
Trump investe no Brasil
Postado por Mirian Gasparin em 08/09/2010 em NegóciosComente agora »
O magnata norte-americano Donald Trump (foto) firmou uma nova joint-venture no Brasil com a constituição da empresa Trump Realty Brasil S/A, com 50% de participação de Trump. Seu sócio nessa empreitada é o empresário brasileiro Ricardo Bellino, espécie de ‘construtor de idéias’, muito criativo e com expertise na identificação de grandes oportunidades de negócios, já habituado a transformar sonhos em realidade. Bellino detém os outros 50%, juntamente com seus sócios na Ego Empreendimentos e Participações, e estará à frente da organização Trump no Brasil.
O objetivo é posicionar a marca Trump no topo do mercado imobiliário brasileiro de alto luxo. O foco da Trump Realty Brazil será o desenvolvimento de empreendimentos nas áreas comercial, residencial e hoteleira, a exemplo dos mais de 70 empreendimentos construídos ao redor do mundo com a assinatura Trump. “Temos um futuro bastante promissor ao levar nossa marca para o Brasil”, declara o empresário norte-americano, Donald Trump Jr. Já seu sócio, Ricardo Bellino, destaca que somente em 2010 o mercado de luxo brasileiro deverá movimentar U$ 10 bilhões. “E a marca Trump chega para agregar e apresentar diferenciais nos empreendimentos imobiliários locais dedicados a esse segmento”, afirma.
Para Ricardo Yazbek, empresário do setor e presidente da Fiabci/Brasil, capítulo brasileiro da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias, o momento é bastante propício para a chegada da Trump Realty Brazil. O mercado brasileiro de imóveis vive nova era, melhor, mais auspiciosa e em ciclo virtuoso. “A excelência do mercado brasileiro é hoje conhecida mundialmente. A incorporação, a construção e a arquitetura estão entre as mais avançadas do planeta. O Brasil vem despertando cada vez mais o interesse de investidores internacionais que visam atuar em todas as faixas do mercado imobiliário do País. Na era da globalização, o capital estrangeiro que chega para criar raízes é muito bem-vindo, especialmente nas parcerias com empresas brasileiras”, declara Yazbek.
Fortalecimento do mercado de trabalho encarece mão de obra
Postado por Mirian Gasparin em 08/09/2010 em TrabalhoComente agora »
O mercado de trabalho muito aquecido começa a preocupar empresas, que apontam o alto
custo da mão de obra como um dos principais fatores que comprometem seus negócios. De acordo com a análise de conjuntura elaborada pelo Bradesco, o fortalecimento do mercado de trabalho verificado nos últimos anos favoreceu tanto o aumento do rendimento como o da ocupação. Os ganhos de produtividade observados na indústria minimizam o impacto inflacionário dos ganhos de renda, quando notamos a queda do custo unitário do trabalho. Em paralelo, aponta a análise do Bradesco, devemos reconhecer também as implicações diretas e extremamente favoráveis para o consumo das famílias.
Nos dados recentemente divulgados, os analistas do Bradesco destacam a significativa expansão dos rendimentos, ajudada pelo recorde de baixa na taxa de desemprego. Somando-se a esses indicadores, identifica-se que alguns setores e regiões têm se descolado da média nacional, a diferença entre os salários dos empregados e dos demitidos tem se reduzido e os empregados têm a percepção de que não está difícil encontrar um emprego. Ademais, a regra de aumento de salário mínimo implicou aumentos reais muito fortes nos últimos anos.
Para o ano que vem, mesmo admitindo que o aumento do salário mínimo mostrará um ganho real muito baixo, a análise de conjuntura do Bradesco projeta crescimento médio de 5,5% da massa de rendimento do trabalho, geração líquida de 1,5 milhão de empregos formais e taxa de desemprego em 6,8%. Diante de todas essas evidências, os economistas do Bradesco reforçam a percepção de que os impulsos vindos do mercado de trabalho permanecem favoráveis à expansão da demanda doméstica. Mesmo assim, o cenário global que se apresenta com elevada ociosidade deverá mitigar os impactos inflacionários deste forte aumento da renda, compensando, através de preços baixos no setor de bens, a inflação mais elevada que essa dinâmica do mercado de trabalho deverá trazer para o setor de serviços.
Inflação do carro tem alta de 0,65% em agosto
Postado por Mirian Gasparin em 08/09/2010 em InflaçãoComente agora »
A Inflação do Carro da Agência Autoinforme, que mede a evolução dos preços de produtos, serviços, impostos e seguros usados pelo motorista, teve uma alta de 0,65 em agosto. Foi a quarta maior alta do ano e elevou a inflação acumulada para 1,5%. O custo do uso e manutenção do carro em 2010 está acima do ano passando. No mesmo período de 2009 a inflação foi de 0,51%.
Em 2010, os preços tiveram uma alta expressiva em janeiro, + 2,86%, compensada com uma deflação recorde em março, quando os preços caíram, na média, 3,88%. De lá para cá, a Inflação do Carro tem caminhado de forma comportada, com variações sempre abaixo de 1%.
A lona de freio foi o item da cesta de produtos e serviços que mais subiu em agosto, com alta de 4,08%. O preço do estacionamento subiu 2,65% e o da lavagem completa 2,5%. Entre os itens que caíram de preço, destaque para o alinhamento, com queda de 1,97% no mês. A mão de obra ficou 1,05% mais barata e a gasolina 0,97%.
Itens que mais subiram de preço em agosto:
|
Itens |
Variação |
| Lona de freio | 4,0% |
| Estacionamento | 2,65% |
| Lavagem completa | 2,50% |
| Álcool | 2,21% |
| Filtro de ar | 2,11% |
Itens que mais caíram de preço em agosto:
|
Itens |
Variação |
| Mão de obra | -1,05% |
| Gasolina | -0,97% |
| Óleo motor | -0,76% |
| Pneus | -0,47% |
Modelo inédito de financiamento para inovação
Postado por Mirian Gasparin em 08/09/2010 em FinançasComente agora »
O Grupo Artecola e a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia (Finep) estão dando início a um modelo inédito de financiamento para quem busca inovar. Trata-se do primeiro investimento em internacionalização da inovação, destinando recursos para as unidades da empresa no Brasil e no exterior. Serão R$ 16,33 milhões em recursos públicos e privados, 49% deles para investimentos na Argentina, Chile, Colômbia, México e Peru. “A outra metade irá qualificar nossos sistemas de inovação em unidades do Rio Grande do Sul e São Paulo”, informa a diretora de Exportações e América Latina, Lisiane Kunst Bohnen.
Para chegar a este modelo que inova no próprio formato, a Artecola e a Finep trilharam um longo caminho juntos. Depois de três projetos já executados em parceria – e que resultaram no desenvolvimento de produtos inovadores como a linha Ecofibra, premiada nacionalmente – a empresa e a financiadora decidiram ousar. “A Artecola já havia conquistado o reconhecimento pelo perfil inovador e crescia como uma empresa internacional, especialmente depois da aquisição de quatro plantas no exterior em apenas um ano”, relembra Lisiane. E a Finep desejava abrir novas frentes de promoção da inovação.
Os R$ 16 milhões do novo projeto, provenientes do Programa Inova Brasil, serão aplicados em equipamentos, softwares, programas de qualificação de equipes e treinamentos, matérias-primas, contratação de serviços de consultoria e obras civis. A Diretora da Artecola destaca que o investimento em todas as unidades, no país e fora dele, resulta em crescimento no Brasil. “Numa primeira análise, podemos falar apenas dos resultados financeiros que são consolidados aqui. Mas há todo um ganho em inteligência de Recursos Humanos, inovação para diferentes mercados, competitividade para diversas cadeias produtivas, enfim, uma série de vantagens que estes investimentos geram para o mercado”, enfatiza a executiva. “Mesmo que parte da verba seja enviada para o exterior, o resultado final acontece no Brasil.”
As características dos negócios da Artecola requerem investimentos nas diversas plantas da empresa. Operando com adesivos industriais nos cinco países onde mantém plantas produtivas, a Artecola precisa atender adequadamente aos mercados, desenvolver produtos customizados e manter uma velocidade de resposta que é fundamental para sua competitividade. “Não podemos atuar com gargalos em P&D quando temos a inovação como um de nossos principais diferenciais”, reforça a diretora.
Palestras de alto nível no Seminário Marketing 2.0
Postado por Mirian Gasparin em 08/09/2010 em MarketingComente agora »
O Seminário Marketing 2.0 realizado em Curitiba foi marcado por palestras de alta qualidade. Durante os dois dias do evento, Martha Gabriel, palestrante de renome mundial, falou sobre conceitos de Marketing e estratégias em ambientes digitais para um público de aproximadamente 250 pessoas. Uma das dicas mais importantes foi em relação à força dos laços nas redes sociais. Segundo ela, laços fortes têm maior proximidade, os fracos são relações superficiais – no entanto, é nos fracos que estão os pontos de mutação importantes. É essa a área a ser explorada e fortalecida, já que os fortes já estão garantidos.
Martha Gabriel falou também sobre marketing de busca (assunto que levantou muitas dúvidas sobre ética), mobile marketing e inovação e criatividade. “Quem não tem conteúdo digital, não existe”, disse ela, categoricamente, antes de dar outra dica importante: “Você não consegue competir nas buscas com clientes que têm boas ações nas redes sociais.” Também aconteceram palestras de Igor Senra, que falou sobre eCommerce, Gustavo Guanabara, que mostrou o poder do podcasting, e do advogado Renato Opice Blum, que falou sobre direito digital. Houve, ainda, um painel de discussão sobre marketing no ambiente digital, com a participação de Martha Gabriel, Igor Senra, Gustavo Guanabara, Leandro Henrique de Souza, (que veio representar Frederick van Amstel), Bruno Fonseca e André Telles.
Além do HSBC, o evento foi patrocinado pela Pós-graduação em Marketing da UFPR, pelo Centro Internacional de Inovação da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), pelo Grupo RIC (RIC TV Record e Rádio Jovem Pan) e pela gráfica digital PixBureau. Contou também com o apoio da CM3, da Opus & Multipla, do MoIP, da Datamídia e da Parola Conteúdo. O idealizador foi a KAS Design e a realização, do ISAT (Instituto Superior de Administração e Tecnologia).
Dinheiro do FGTS pode comprar ações da Petrobras
Postado por Mirian Gasparin em 06/09/2010 em FinançasComente agora »
A Caixa Econômica Federal (Caixa) publicou nesta segunda-feira (6) as regras para uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na capitalização da Petrobras por trabalhadores já acionistas e, dentre elas, está o limite de 30% do saldo disponível para investir. Na qualidade de agente operador do FGTS, a Caixa publicou no Diário Oficial da União, por circular 526, os procedimentos operacionais para o uso do fundo por parte do trabalhador, de forma individual, na subscrição de ações, em aumento de capital social de sociedades controladas pela União. Na sexta-feira (3), a Petrobras protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um prospecto preliminar de oferta pública de ações, processo que tem como objetivo captar recursos para a exploração do petróleo da camada do pré-sal.
No prospecto, está determinado que as pessoas que optaram por investir FGTS na Petrobras em 2000, quando a opção foi dada, poderão fazê-lo novamente durante a capitalização, sendo que a subscrição das ações acontece de 13 a 16 de setembro. Segundo a Caixa, o saldo disponível na conta vinculada do FGTS será considerado na data de efetivação da solicitação de transferência de recursos, caracterizado pelo bloqueio, da requerida conta, do valor a ser usado.
Pelas regras, o trabalhador poderá utilizar o saldo disponível de uma ou mais contas vinculadas, de sua titularidade, desde que para a transferência de recursos observe o limite total estabelecido de 30%. O trabalhador interessado em aumentar seu capital na Petrobras deve, segundo as regras, dirigir-se a sua instituição administradora de FMP-FGTS, diretamente, munido de extrato das contas vinculadas do FGTS a serem objeto de utilização, para formalizar o pedido de aplicação. A circular determina que apenas depois de 12 meses da aplicação os recursos investidor poderão retornar à conta vinculada do FGTS, se o cotista desejar. Em agosto de 2000, o governo permitiu que os trabalhadores brasileiros aplicassem até 50% do saldo de suas contas vinculadas do FGTS na compra das ações da Petrobras, que integrava o Programa Nacional de Desestatização.
Os interessados fizeram a aplicação por meio de instituições financeiras devidamente credenciadas e se inscreveram em Fundos Mútuos de Privatização (FMP-FGTS), no período de 10 de julho até 7 de agosto de 2000. Na ocasião, o preço da ação na Oferta Pública foi de R$ 43,07, mas os cotistas do FGTS foram beneficiados com um desconto de 20%, pagando R$ 34,46 pela ação. Mais de 312 mil cotistas do FGTS aderiram à primeira operação de pulverização do mercado acionário. Porém, apenas cerca de 92 mil mantiveram seus papéis e poderão adquirir novos ativos na oferta pública de ações.
Sorvete, uma alternativa de negócios em franco crescimento
Postado por Mirian Gasparin em 06/09/2010 em EmpreendedorismoComente agora »
Desde há 3 mil anos quando foi criado na China, o sorvete vem agradando os mais diversos tipos de gostos e hoje é consumido nas quatro estações do ano. Entretanto, exige dos empreendedores que estão sujeitos às condições de sazonalidade, como o clima frio, um esforço maior em criatividade para atrair os clientes.
De fácil elaboração e combinação de sabores, o sorvete se tornou uma alternativa de negócios em franco crescimento. As sorveterias se caracterizam por pontos comerciais de venda do produto, e que podem ter anexas às suas instalações as unidades de produção. Outra alternativa de negócio pode ser apenas a comercialização dos produtos fornecidos por terceiros.
Antes de instalar a sua empresa, o empreendedor deve analisar quais as características da população que está ao entorno, verificando o poder aquisitivo, frequência e volume do trânsito das pessoas, concorrência e fornecedores em caso da sorveteria não ter produção própria. Entre os locais ideais para se instalar uma sorveteria estão os pontos próximos a centros comerciais, rodoviárias, aeroportos, shoppings, escolas e restaurantes.
Já a decisão de iniciar um negócio de sorveteria passa necessariamente por um correto levantamento de quanto dinheiro e esforço o empresário irá gastar para iniciar o negócio. Este fato é decisivo para que os riscos de ocorrerem problemas financeiros sejam menores. Neste sentido, o empresário deve pesquisar o preço das máquinas, equipamentos e acessórios a serem adquiridos para o início das atividades. De acordo com os consultores do Sebrae, cerca de R$ 28 mil são suficientes para começar o negócio, incluindo neste valor a reforma do imóvel.
Quanto às características fundamentais do empreendedor que deseja ingressar neste segmento é saber se relacionar com as pessoas, tanto os clientes como os colaboradores e ter qualificação técnica para a realização dos serviços.
Aumentam as falências decretadas
Postado por Mirian Gasparin em 06/09/2010 em FinançasComente agora »
O número de empresas que tiveram falência decretada cresceu 18,9% em agosto, na relação com julho, conforme revela o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações. Ao todo, houve 63 decretos no oitavo mês do ano, sendo 55 de micro e pequenas empresas, 5 de médias e 3 de grandes. Quanto às falências requeridas, o indicador também verificou elevação. Em agosto, foram 186 pedidos de falência, 5,1% a mais que em julho último. Destes, 119 foram requeridos por micro e pequenas empresas, 46 por médias, e 21 por grandes.
As elevações verificadas na relação mensal – tanto nas falências decretadas como nos pedidos de falência –, se devem à desaceleração econômica no segundo trimestre e ao impacto da elevação dos juros no capital de giro, segundo análise dos economistas da Serasa Experian.
Já na relação agosto de 2010 sobre agosto de 2009, as falências decretadas e requeridas apresentaram queda. Houve uma diminuição de 4,5% no número de decretos, e de 11,4% no de requerimentos. Em agosto de 2009, apesar do país já ter saído da crise econômica internacional, os indicadores de insolvência ainda eram elevados, o que justifica a queda verificada, apontam os economistas.
A perspectiva é de que as falências oscilem mensalmente, refletindo o ritmo da atividade econômica. Os economistas da Serasa Experian acreditam, ainda, que em se confirmando a expectativa de um bom final de ano para o comércio e a indústria, deve haver uma maior redução na insolvência dos negócios.
Preço não é o item mais importante na escolha do computador
Postado por Mirian Gasparin em 03/09/2010 em NegóciosComente agora »
Os computadores são hoje um produto essencial não só nas empresas como nos lares brasileiros. Existem hoje 72 milhões de computadores em uso no Brasil, mas a previsão é de que em dois anos este número chegue a 100 milhões de unidades, ou seja, um computador para cada duas pessoas. Agora o que chama a atenção é que o preço não é mais o item decisivo na escolha de um computador. E também não figura entre os três fatores mais importantes na decisão de compra. Uma pesquisa divulgada pela empresa CVA Solutions mostra que 46% dos consumidores afirmam que a reputação do fabricante é a principal razão para a escolha de um desktop. Este também foi o item mais citado pelos consumidores de notebooks, com 48%.
O segundo item principal é a performance de velocidade do computador, aspecto importante para 32% dos potenciais compradores de desktops e 38% dos consumidores de portáteis. Já a durabilidade do equipamento, em quarto lugar, foi citada por mais de 30% dos consumidores, de desktops e notebooks.
O preço aparece apenas como quinto motivo mais importante na hora de comprar um desktop. Já em relação a notebooks, a estética e o design do equipamento são mais importantes do que o preço no momento de escolher o produto.
E quem pensa que as pessoas aproveitam as ofertas ou promoções especiais para comprar ou trocar de computador está enganado. Apenas 15% dos 7.200 entrevistados, de todas as classes sociais, compram computadores em promoção.
Vendas da indústria do Paraná continuam aquecidas
Postado por Mirian Gasparin em 03/09/2010 em IndústriaComente agora »
O segundo semestre começou aquecido para a indústria do Paraná. Segundo pesquisa mensal do Departamento Econômico da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), as vendas industriais cresceram 2,4% em julho, na comparação com o mês anterior. Este é o terceiro mês seguido de expansão, após uma acomodação ocorrida em abril, e o segundo em que o resultado é maior do que em 2008, antes do baque provocado pela crise econômica internacional.
Apesar de o ritmo ser menor do que o registrado em maio (quando o crescimento foi de 2,9% sobre abril) e junho (alta de 8,1%), o setor continua em aceleração na comparação com o ano passado. As vendas de julho foram 12% maiores do que as do mesmo mês de 2009, enquanto nos primeiros sete meses deste ano elas ficaram 5,7% acima do registrado no período de janeiro a julho do ano passado – expansão maior do que a acumulada até maio (3,25%) e junho (4,5%).
Segundo o economista e coordenador do Departamento Econômico da Fiep, Maurílio Schmitt, o crescimento de julho foi espalhado por 11 dos 18 segmentos pesquisados,com destaque para as vendas do setor de veículos, que subiram 10% na comparação com junho, e de derivados de petróleo e álcool, com alta de 4,7%. São segmentos com um peso grande na produção do estado. Na comparação com julho de 2009, os melhores desempenhos foram verificados nos segmentos de veículos (alta de 59,7%), e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (45,3%). As maiores retrações foram no setor têxtil (queda de 28,6%) e metalurgia básica (-23,9%).
Nos primeiros sete meses do ano, 13 dos 18 segmentos pesquisados apresentaram crescimento sobre o mesmo período de 2009. As maiores altas foram nas áreas de couro e calçados (42,9%), artigos de borracha e plástico (34%) e veículos (29%), refletindo a recuperação após a retração nas vendas no primeiro semestre do ano passado. A única baixa significativa em 2010 foi no setor de edição e impressão (-15%).
Os números de julho, de acordo com o economista da Fiep, mostram que as vendas da indústria se consolidaram em um patamar acima do registrado antes da crise, o que deve fazer com que nos próximos meses os números acumulados em 2010 superem os de 2008. “O desempenho visto até julho ainda está 2,3% abaixo dos primeiros sete meses de 2008. Mas o segundo semestre é historicamente o de maior atividade industrial e a tendência é de essa diferença ser superada em pouco tempo”, diz.
A pesquisa da Fiep mostra também que o nível de emprego ficou quase estável em julho, com uma retração de 0,06%. O indicador vinha crescendo desde março, e em junho e julho ficou acima do verificado nos mesmos meses de 2008. No ano, a indústria aumentou seu quadro de funcionários em 3,5% – os segmentos que mais contrataram foram o de metalurgia básica (alta de 16,4%), borracha e plásticos (14,4%), e o de máquinas e equipamentos (13,1%), enquanto foram fechados postos na área de vestuário (-29,6%), madeira (-17%) e edição e impressão (-9%).
Clonagem de cartões causa perda superior a R$ 11 bilhões
Postado por Mirian Gasparin em 02/09/2010 em FinançasComente agora »
No primeiro semestre de 2010 a clonagem e outros tipos de golpes levaram ao mercado de cartões um prejuízo de R$ 11.513.615,50. Esse valor equivale a uma média próxima a R$ 2 milhões por mês e representa cerca de 0,01% do lucro estimado pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito (ABECS) para o mesmo período. A entidade estima em R$ 534 milhões o volume financeiro movimentado pelos plásticos no período.
De acordo com o sócio-diretor da Horus, empresa especializada em controle e prevenção de fraudes, Eduardo Daghum, os prejuízos com a clonagem de cartões são bem maiores tendo em vista que uma pequena parcela desses crimes é informada à polícia e nem todos esses casos são veiculados pela imprensa. “Com a abertura do mercado, os lucros que já eram pequenos tendem a ser mais disputados com a concorrência o que aumenta a preocupação das empresas com os crimes”, afirma.
Entre janeiro e junho foram detectadas 214 matérias sobre crimes com cartões. O total representa pouco mais de uma matéria por dia no período. No total foram 7978 cartões clonados e 61 máquinas adulteradas por chupa-cabra apreendidas no período. Somente no último mês do semestre, junho, o valor financeiro apreendido representou 24,91% montante total do período, R$ 5.119.054,00.
Daghum afirma que apesar do esforço e dos altos investimentos feitos pelos bancos emissores, adquirentes e bandeiras para reduzir as perdas com a clonagem de cartões trocando os plásticos dos clientes para a tecnologia com chip, estas ações não estão atingindo o resultado esperado, por dois fatores: o plástico continua com a tarja magnética, o que deixa uma porta aberta para a obtenção dos dados do cartão pelos fraudadores e o efeito de migração destas fraudes para o segmento de e-commerce onde não é necessária a utilização do plástico para efetuar uma compra, ou seja, quando o fraudador não consegue clonar a tarja magnética ou o chip, ele simplesmente utiliza os dados impressos no cartão para concretizar fraudes pela internet.
Dicas para evitar a clonagem:
a) Observe atentamente os caixas-eletrônicos, se todos estiverem desligados ou em manutenção e apenas um operando normalmente, desconfie. Veja também se o layout de todos os aparelhos é igual e se todas as peças estão devidamente conectadas.
b) Desconfie se o equipamento do banco usar uma ordem diferente da normalmente solicitada pelo seu banco para realizar as operações.
c) Jamais aceite ajuda de estranhos para realizar as transações no caixa, peça sempre ajuda de um funcionário devidamente uniformizado ou identificado.
d) Antes de contratar os serviços de um determinado banco, pergunte ao seu gerente de que forma o banco procura minimizar a possibilidade de ocorrência de fraudes.
e) Quando for comprar com o cartão, nunca deixe o funcionário do estabelecimento levá-lo, sempre o acompanhe e fique atento a movimentos estranhos que ele possa fazer.
f) Preste atenção ao visor da máquina e tenha a certeza de que o valor de compra foi digitado antes de colocar sua senha.