Ibovespa cai pelo sétimo pregão consecutivo e dólar fecha estável

Postado por Mirian Gasparin em 16/05/2012 em Finanças
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O Índice Bovespa fechou com baixa de 0,62% nesta quarta-feira (16), registrando a sua sétima queda seguida, fechando a 55.887 pontos - mínima desde 19 de dezembro de 2011, quando havia fechado a 55.298 pontos. O índice não registrava uma sequência tão longa de quedas desde os pregões de 2 a 10 de outubro de 2008, quando também registrou sete quedas seguidas. O giro financeiro foi de R$ 8,81 bilhões.O índice terminou em queda mesmo com a forte alta das ações da Petrobras (PETR3, +3,63%; PETR4, +4,33%) - que juntas representam 10,49% do índice. Os papéis da petrolífera, que terminaram as últimas 8 semanas anteriores em queda, refletiram positivamente os resultados do primeiro trimestre da companhia - que superou as expectativas do mercado. A alta foi parcialmente compensada pelo forte recuo da terceira ação mais representativa do índice, a OGX Petróleo (OGXP3, -3,41%).

O dólar comercial encerrou a quarta-feira (16) estável a R$ 2,0015 na venda. A sessão começou com o dólar em queda frente ao real. Entretanto, a notícia de que o BCE (Banco Central Europeu) interrompeu as operações de política monetária para certos bancos da Grécia, apesar de não ser confirmada oficialmente pela autoridade monetária, mexeu com os mercados, informou o portal Infomoney.

Em meio a esse cenário, houve uma forte valorização da moeda, que chegou a alcançar R$ 2,0072 por volta das 14h40 (Horário de Brasília), mas depois diminuiu os ganhos, terminando o dia no mesmo patamar de terça-feira. Dessa forma, a moeda norte-americana manteve a máxima desde 10 de julho de 2009 atingida na véspera, quando fechou cotado a R$ 2,0020.

A Grécia foi o assunto do dia, ajudando a elevar o sentimento de aversão ao risco. Isso ocorreu após o Banco Central Europeu (BCE) restringir operações com alguns bancos gregos, temendo que um novo possa vir a declarar default. O clima político é bastante instável, já que as últimas eleições terminaram sem a formação de um novo governo. Assim, o país deverá ter um novo pleito no dia 17 de junho.

O aumento da percepção do risco foi óbvio na minuta da última reunião do Federal Open Market Commitee (Fomc (Fomc), o equivalente norte-americano do Comitê de Política Monetária (Copom) destacou haver incertezas que podem prejudicar a economia dos EUA, dando abertura para o anúncio de novos estímulos monetários para estimular o crescimento da economia  no ritmo desejado.


Cresce o número de brasileiros em cruzeiros internacionais

Postado por Mirian Gasparin em 16/05/2012 em Turismo
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cruzeiros.JPGCrescimento da renda per capita e economia em expansão estão entre os fatores que propiciaram demanda maior para o turismo, inclusive, internacional. Números recentes da MSC Cruzeiros apontam que, nos últimos cinco anos, a armadora italiana registrou aumento de 386% na venda de cruzeiros internacionais para o mercado brasileiro. O público nacional tem procurado cada vez mais pelos roteiros dos navios da companhia no Mar Mediterrâneo, onde a companhia é líder do setor, além do Norte da Europa, África do Sul, Mar Vermelho, América do Norte e Caribe.

Estimulando essa preferência dos hóspedes brasileiros, a armadora está prestes a aumentar as opções desses roteiros, com o lançamento de seu 12º navio, o MSC Divina. O transatlântico é o maior já construído por um armador europeu, com mais de 140 mil toneladas. O colosso será inaugurado no próximo dia 26, em Marselha, na França, destacando 18 decks, 1.750 cabines, 25 elevadores, SPA, a primeira piscina de borda infinita em navio de cruzeiros, além do conceito exclusivo MSC Yacht Club, um clube privativo com 71 suítes de alto luxo com ainda mais conforto e privacidade a bordo.

Contando com pacotes que muitas vezes incluem, além do cruzeiro, passagens aéreas, traslados e opções para excursões terrestres, a MSC Cruzeiros aposta com força no Brasil, onde também é líder do setor. Todos os cruzeiros podem ser pagos em reais com 10% de entrada + 10x sem juros no cheque ou cartão de crédito. E, com o intuito de revolucionar o mercado sul americano, a companhia trará dois navios inéditos para a região na temporada 2012/2013, o MSC Fantasia e o MSC Magnifica, além de embarcações já consagradas pelos turistas, MSC Orchestra e MSC Musica.


Aeroporto de Bariloche recebe investimento de US$ 20 milhões

Postado por Mirian Gasparin em 16/05/2012 em Infraestrutura
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Um dos destinos mais procurados pelos brasileiros na temporada de inverno, Bariloche se prepara para receber mais de 40 mil turistas do Brasil e, para isso, além das melhorias no destino, foram investidos US$ 20 milhões no Aeroporto, em equipamentos de última geração, que o tornaram o mais moderno e bem equipado da América Latina.

Segundo o Ministério do Turismo de Bariloche, o aeroporto está funcionando normalmente desde o inicio do ano operando com 180 voos semanais e, nas férias de inverno, os brasileiros podem contar com voos diretos do Rio de Janeiro e São Paulo com grupos montados pelas principais operadoras do Brasil.


Participação feminina responde por 41% na modalidade de seguros com conceito

Postado por Mirian Gasparin em 16/05/2012 em Seguro
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O Grupo Bradesco Seguros realizou um importante estudo sobre a participação feminina na modalidade de seguros com conceito e filosofia de microsseguros da Organização. Até dezembro de 2011, as mulheres responderam por 41% do total, contra 59% dos homens.

Outro fator importante diz respeito à participação por classe social: 35% estão nas classes A/B, 38% na C e 49% nas classes D/E, o que reforça os números do seguro Primeira Proteção Bradesco, por exemplo. Entre as mulheres, o total de  1,3 milhão de apólices do produto comercializadas até dezembro de 2011 está distribuída da seguinte forma: 5% nas classes A/B, 30% na C e 65% nas classes D/E. Entre os homens, 6% são das classes A/B, 39% na C, e 54% nas classes D/E. As seguradas estão concentradas no Sudeste (64% do total), seguida do Sul (16%), Nordeste (10%), Centro-Oeste (6%) e Norte (4%).

A performance do Primeira Proteção Bradesco aponta para o crescimento do número de famílias administradas por mulheres. Segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2001 e 2009, o número de chefes de família do sexo feminino subiu 81%. São cerca de 10,8 milhões de lares mantidos unicamente por mulheres em todo o país. O Primeira Proteção Bradesco é um produto com o conceito e a filosofia do microsseguro, com mensalidade de R$ 3,50 e valor segurado de R$ 20 mil para morte acidental, mais sorteios mensais de R$ 20 mil por meio de plano de capitalização.


Alta do dólar influencia retomada dos negócios com exportações

Postado por Mirian Gasparin em 16/05/2012 em Comércio exterior
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exportacao.jpgA virada do dólar, que ultrassou a barreira dos R$ 2 só vistos pelos exportadores brasileiros em 2009, deve influenciar na retomada de negócios e em novos contratos das indústrias paranaenses, principalmente do setor da agroindústria, alimentos, setor automotivo e móveis. No primeiro trimestre do ano, a balança comercial do Paraná acumulou um déficit de R$ 800 milhões, com as vendas ao exterior somando R$ 3,8 bilhões. Já as importações bateram a casa de R$ 4,6 bilhões. Com a alta de 0,65% desta terça-feira (15), o dólar comercial valorizou 5% este mês e acumula variação positiva de 7% no ano, em meio ao turbilhão da crise europeia.

Eu conversei com a economista da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Gilda Bozza, e ela me disse que a alta do dólar em relação ao real é favorável à agroindústria paranaense, porque dará maior competitividade ao produto e aumentará o ganho para os exportadores.

O curioso é que em períodos de crise os preços das commodities caem, já que o investidor se protege comprando dólar. Este ano, e em meio à crise, os preços da soja não caíram em função de que os estoques mundiais estão apertados diante da quebra das safra do Brasil e da Argentina. Na terça-feira (15), por exemplo, a saca de soja fechou a R$ 31,15, o que significa uma alta de 14% este ano.

Por outro lado, os importadores estão receosos com o aumento da moeda norte-americana. No caso de empresas do Paraná, que são grandes importadoras de maquinários e matéria prima, a alta do dólar terá reflexos nos preços dos produtos.

Na avaliação da economista da Faep, o dólar pode recuar para a casa de R$ 1,90, mas não deve voltar para a cotação de R$1,60 a R$ 1,70. Até o patamar de R$ 1,90, o câmbio é favorável aos exportadores.

Para o vice-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) João Carlos Ferraz o dólar, cotado a R$ 2, faz diferença para os exportadores, mas o câmbio é apenas um dos componentes para ampliar a competitividade da indústria. Ele disse que é preciso cada vez mais aproximar inovação e produção. “Para quem exporta, um câmbio que passa de R$ 1,50 para R$ 2 é importante. Mas o câmbio é um dos componentes do custo”, lembrou.


Inadimplência em abril é a maior em dez anos

Postado por Mirian Gasparin em 16/05/2012 em Finanças
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inadimplencia-em-alta.jpgO Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor registrou crescimento de 4,8% em abril de 2012, na comparação com março deste ano. Na relação anual – abril deste ano contra o mesmo mês do ano passado – o indicador apresentou alta de 23,7%. No fechamento dos quatro primeiros meses do ano, o índice apontou crescimento de 19,6%. Para os economistas da Serasa Experian, o aumento da inadimplência do consumidor mostra que as dificuldades de honrar as despesas de início de ano, aliadas ao endividamento crescente, se estenderam para além do mês de março, considerado o mais crítico do ano. Dessa forma, abril de 2012 registrou a maior variação mensal para este mês desde 2002.

Na decomposição do indicador, a inadimplência não bancária (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) puxou a alta do índice com variação de 8,8% e contribuição de 3,5%. As dívidas com os bancos também apontou crescimento de 4,3% (2,1% p.p). Já os títulos protestados e os cheques sem fundos contribuíram para que o indicador de inadimplência do consumidor não subisse mais, com queda de 13,7% e 7,4% e contribuição negativa de 0,2% e 0,7%, respectivamente.

O valor médio das dívidas registrou crescimento de janeiro a abril de 2012. As dívidas não bancárias cresceram 23,8%, os cheques sem fundos apresentaram elevação de 12%, assim como os títulos protestados e as dívidas com os bancos, que aumentaram 8,8% e 0,1%, respectivamente.

Modalidades de

Inadimplência

Valor médio das

dívidas

(jan/abr/11)

Valor médio das

dívidas

(jan/abr/12)

Variação

Dívidas não bancárias

R$ 312,44

R4 386,70

23,8%

Cheques sem fundos

R$ 1.286,29

R$ 1.440,76

12%

Títulos protestados

R$ 1.251,68

R$ 1.362,17

8,8%

Dívidas com bancos

R$ 1.284,76

R$ 1.285,47

0,1%


Café com palestra no CRA

Postado por Mirian Gasparin em 16/05/2012 em Empresa
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“Planejamento estratégico para organizações inteligentes públicas e privadas” é o tema do café com palestra a ser realizado no Conselho Regional de Administração do Paraná nesta terça-feira (22), das 7h45 às 9h30. O palestrante será o administrador Denis Alcides Rezende, pós-doutor em Administração, mestre em Informática com especialização em Magistério Superior e doutor em Alinhamento do Planejamento Estratégico da Tecnologia da  Informação ao Planejamento Empresarial. É também autor de 17 livros sobre planejamento estratégico, sistemas de informação e tecnologia da informação.

A participação no evento é gratuita e deve ser confirmada até 21 de maio pelo fone (41) 3311-5554 ou e-mail eventos@cra-pr.org.br . O local é a Casa do Administrador - Rua Coronel Dulcídio, 1.565 – Água Verde – Curitiba.


Riscos ambientais da incorporação imobiliária é tema de palestra da Ademi/PR

Postado por Mirian Gasparin em 16/05/2012 em Meio Ambiente
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A Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) realiza no dia 24 de maio, a partir das 19 horas, no auditório do Sinduscon/PR (Rua da Glória, 175) a palestra “Riscos ambientais no mercado imobiliário: licenciamento ambiental, resíduos sólidos e legislação aplicável”. Os advogados Marcelo Buzaglo Dantas e Marcos Bruxel Saes vão apresentar três casos relacionados ao tema e debater a legislação ambiental de Curitiba, com enfoque nas questões de áreas verdes e de sistemas de gerenciamento de resíduos sólidos.

O evento, com capacidade para 250 pessoas, é aberto ao público. A inscrição é gratuita e a presença deve ser confirmada pelo e-mail contato@markmesse.com.br Informações: (41) 3521-6226.


Dólar fecha acima de R$ 2,00 pela 1ª vez desde julho de 2009. Bolsa cai pelo 6 º pregão

Postado por Mirian Gasparin em 15/05/2012 em Finanças
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dolar.jpgEm meio à crise na Grécia, que vem sofrendo com a iminiência de sair da Zona do Euro, o dólar comercial rompeu o patamar dos R$ 2, encerrando a sessão desta terça-feira (15) aos R$ 2,0015, com valorização de 0,58%. Essa é a maior cotação para a moeda norte-americana desde 10 de julho de 2009, quando atingiu R$ 2,0015. Já o Índice Bovespa (Ibovespa) fechou pelo sexto pregão consecutivo em baixa (-2,25%). O patamar de 56.237 pontos é o menor desde 19 de dezembro. Com essa queda, o desempenho acumulado da bolsa, no ano, passou a ser negativo em 0,91%, depois de ter registrado ganhos de 21,52% em março.
Os papéis das imobiliarías lideraram as perdas do Ibovespa, com destaque para a queda de 15,05% dos papéis da MRV Engenharia (MRVE3), que atingiram a casa dos R$ 9,43. As ações deste setor os resultados trimestrais, que mostraram forte queda nos números das empresas. PDG (PDGR3, R$ 9,43, -9,83%) também foi outra imobiliária a cair forte nesta sessão após seus resultados. Também vale destacare a queda dos papéis da OGX Petróleo (OGXP3, R$ 12,03, -7,82%), a terceira ação mais significativa do índice.
O destaque internacional do dia ficou por conta de Atenas, onde as negociações para a formação de um governo de coalizão na falharam. No quesito indicadores, com a agenda interna esvaziada, os Estados Unidos foram o destaque. O CPI (Consumer Price Index), índice de preços ao consumidor, veio exatamente em linha com o esperado pelo mercado, marcando taxa de 0,3% em abril. Já as vendas no varejo norte-americano registraram aumento de 0,1% no mês de abril. Por sua vez, o indicador da atividade industrial na região de Nova York apontou 17,1 pontos em maio, forte avanço em relação aos 6,6 pontos relatados no mês anterior, segundo dados divulgados pelo Federal Reserve Bank de Nova York.


Melhor escola de negócios da América Latina registra crescimento de 20% este ano

Postado por Mirian Gasparin em 15/05/2012 em Negócios
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wagner-veloso.jpgA Fundação Dom Cabral (FDC) foi considerada a melhor escola de negócios da América Latina, segundo o ranking da AmericaEconomia, e a 8ª melhor do mundo, segundo o ranking de educação executiva do jornal inglês Financial Times. De acordo com o presidente executivo da Fundação Dom Cabral, Wagner Furtado Veloso (foto), somente nos primeiros quatro meses do ano a instituição registrou crescimento de 20%, sendo que no ano passado, 30 mil executivos de todo o País passaram pelos seus programas. No Paraná, 2 mil executivos participam, este ano, de programas. “O foco principal da Fundação Dom Cabral é a educação financeira, que em seus 36 anos de atividades, sempre se pautou pela qualidade”, afirma.
Veloso esteve em Curitiba na semana passada, quando participou da conclusão de um projeto nacional desenvolvido na Volvo e também para fortalecer as parcerias locais. De acordo com ele, cada vez mais as empresas estão percebendo a importância de se investir na capacitação dos seus profissionais para garantir sua competitividade e melhorar sua gestão. Por isso, os programas de formação executiva têm espaço garantido no planejamento das empresas mais preparadas para atuar no mercado.

De acordo com Veloso, a Fundação Dom Cabral trabalha com empresas de todos os portes. Atualmente, 45% dos programas desenvolvidos pela instituição são customizados, ou seja, soluções criadas especificamente para cada empresa cliente. São cerca de 250 programas anuais, envolvendo 120 empresas de médio e grande portes. No caso da Volvo, que tem sua fábrica na Cidade Industrial de Curitiba, a Fundação desenvolve entre dois e três programas por ano.

Para garantir o crescimento, a Fundação Dom Cabral aposta cada vez mais em parcerias locais, empresas que organizam desenvolvem os programas da FDC em todo o Brasil. Hoje as parcerias respondem por 30% dos programas da instituição. No Paraná, a FDC é representada pela JValério Soluções Empresariais Inovadoras. Em 2011, a JValério proporcionou a formação de 1200 executivos em diversos programas. Neste ano, o número de executivos participantes dos programas deve ultrapassar a marca de dois mil. “Estamos muito satisfeitos com a parceria com a JValério no Paraná. Temos perspectivas de ampliar muito os trabalhos no estado. Muitas das ações desenvolvidas aqui, como a interiorização dos programas, servem de exemplo para todo o país”, disse o presidente executivo em sua visita à sede da JValério em Curitiba.

Eu  perguntei ao presidente executivo da Fundação Dom Cabral, quando de sua estada em Curitiba, sobre o que ele está achando do desempenho da economia brasileira em meio a instabilidade das grandes economias mundiais, e ele me disse que está otimista com o cenário atual. “Estamos no rumo certo. É certo que ainda existem problemas para serem resolvidos, mas a maior preocupação é a corrupção.