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16 dos 25 condenados terão que iniciar cumprimento das penas

Os ministros do  Supremo Tribunal Federal (STF)  decidiram nesta quarta-feira (13) pela execução imediata da pena imposta a vários condenados no processo do mensalão, entre eles o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu; o ex-presidente do PT e deputado licenciado José Genoino; o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o operador do mensalão, Marcos Valério.

dirceumensalaoApós muita discussão e dúvidas entre os próprios ministros, o Supremo entendeu que os réus terão de iniciar o cumprimento da pena pelos crimes dos quais não recorreram por meio dos embargos infringentes (recursos ao qual têm direito réus que obtiveram pelo menos quatro votos favoráveis nas condenações). Os infringentes só serão julgados no ano que vem.

A decisão foi tomada após proposta do relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, que sugeriu que 22 dos 25 condenados, mesmo aqueles que ainda têm recursos pendentes de julgamento, passassem a cumprir as penas de prisão ou prestação de serviços. Outros quatro ministros concordaram com a tese de Barbosa, mas outros seis consideraram que não pode ser executada a pena referente a crime cujo recurso ainda não foi julgado.

Pelo menos 16 condenados terão de cumprir a pena de imediato: os sete que não entraram com embargos infringentes em nenhum dos crimes pelos quais foram condenados, além dos que usaram os infringentes para questionar somente parte das penas.

O Supremo terá agora de contabilizar quais foram os réus que deixaram de questionar punições por meio dos infringentes.

Assim, se um réu recebeu menos de quatro votos favoráveis e mesmo assim resolveu apresentar embargos infringentes, ele não poderá ser preso pelo crime que questionou no recurso. Isso porque o Supremo entendeu que quem tem recurso pendente de julgamento em determinado crime não pode começar a cumprir a pena.

Se um réu deixou de questionar alguma das condenações, terá de iniciar o cumprimento da pena por aquele crime.

Ao final do julgamento, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que somente “cerca de três ou quatro” dos 25 condenados não iniciarão de imediato o cumprimento da pena.

Perguntado se o ex-ministro José Dirceu teria de começar a cumprir a pena desde já – uma vez que questionou por meio de embargos infringentes somente a condenação por formação de quadrilha e não a condenação por corrupção ativa – o ministro respondeu: “Certamente sim”.

Barroso explicou ainda que a decisão sobre a expedição dos mandados de prisão ficará a cargo do relator do processo, ministro Joaquim Barbosa. A assessoria de imprensa do Supremo informou que nesta quinta-feira será feita uma verificação de quantos condenados terão de iniciar o cumprimento das penas imediatamente e quantos aguardarão em liberdade o julgamento dos embargos infringentes. Só depois disso serão expedidos mandados de prisão.

Eduardo Euzébio, de 18 anos, treinava em Morretes

O ciclista paranaense Eduardo Euzébio, de 18 anos, morreu na manhã desta quarta-feira (13) em um acidente na BR-277, no litoral do Paraná. Ele havia sido convocado recentemente para treinos com a seleção brasileira de ciclismo e era registrado pela Federação de Santa Catarina, mas costumava treinar no Paraná. Euzébio pedalava pelo km 49 da rodovia, em Morretes, quando foi atingido ao entrar em um retorno, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

ciclistamortoAinda segundo a PRF, Euzébio pedalava no sentido Paranaguá quando teve a roda da frente da bicicleta atingida por um carro. Ele chegou a ser socorrido por um médico que passava pelo local e pela ambulância da concessionária que administra a rodovia, e foi encaminhado ao Hospital Cajuru, em Curitiba, mas não resistiu aos múltiplos ferimentos.

O motorista do carro que o atingiu disse à PRF que estava ultrapassando um caminhão quando o acidente ocorreu, e por isso imagina que o ciclista não tenha visto o veículo.

De acordo com a Confederação Brasileira de Ciclismo, Euzébio era um dos atletas mais promissores da categoria dele, e já vinha sendo convocado para a seleção. No campeonato Brasileiro Júnior de Ciclismo de Pista 2013, ele conquistou duas medalhas de ouro.

O velório do ciclista ocorre nesta quarta-feira, na Capela Central de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O corpo segue na sequência para cremação em Campina Grande do Sul.

Brasileiro e desafiante participaram da pesagem no Rio

A encarada entre José Aldo e Chad Mendes na pesagem do UFC Rio 5, realizada nesta sexta-feira, no Maracanãzinho, não justificou a expectativa do público, mas tanto um quanto o outro foram seguros nas palavras e mostraram muita confiança em vencer na revanche de sábado. Os dois bateram 65,8kg, exatamente o limite da categoria dos penas quando há cinturão em jogo, e mantiveram uma distância segura ao ficarem frente a frente. Desta vez o presidente do Ultimate, Dana White, estava presente para evitar que algo ruim acontecesse.

“Assim como ele (Chad), muitos tentaram. Podem ficar tranquilos que esse cinturão vai ficar aqui. Amanhã conto com a presença de todos. Fiquem tranquilos, esse cinturão não vai sair daqui. Um grande beijo a todos”, enfatizou o campeão, dono do único título brasileiro do UFC.

Muito empolgado, Aldo subiu as escadas correndo e não bateu o peso na primeira tentativa. Ele teve de tirar a bermuda e ficar nu, envolto por uma toalha, para bater os 65,8kg. Mas em momento algum demonstrou preocupação. Chad Mendes, por sua vez, foi o primeiro da dupla a se pesar e, ao ouvir as vaias da torcida brasileira, pediu para que o som fosse ainda mais alto, em tom provocativo. Eles não se cumprimentaram após a encarada. O desafiante garantiu que não é o mesmo de janeiro de 2012, quando foi nocauteado por Aldo também no Rio de Janeiro.

“Muita coisa mudou. Vi os erros que cometi na primeira luta. É difícil falar tudo o que mudou . Corrigi os erros e estou pronto para essa nova batalha”, disse o americano.

Três atletas, num total de 22, não bateram seus respectivos pesos. O americano Tony Martin marcou 71,2kg e o brasileiro Fabrício Morango, 71,7kg. Os dois, que se enfrentariam pelos leves, onde o limite é de 70,8kg, agora lutarão no peso combinado até 71,7kg e não foram multados pela comissão atlética. Já o americano Scott Jorgensen, adversário do brasileiro Wilson Reis, bateu 58,1kg, sendo que o limite dos moscas é de 57,2kg. Ele abriu mão da segunda tentativa e perdeu 20% da bolsa de luta.

Estrelas do coevento principal, Glover Teixera e Phil Davis pesaram a mesma coisa: 93kg, cerca de 400g abaixo do limite dos meio-pesados. Antes da encarada, o brasileiro chamou a torcida e fez sinal se soco, apontando para o adversário e dizendo: “Acabou”.

As melhores encaradas da pesagem foram entre William Patolino, que foi um dos mais aplaudidos pelo público, e Neil Magny; Darren Elkins e Lucas Mineiro; e Felipe Sertanejo e Ande Fili. Todos mostraram muita disposição e fecharam a cara.

O UFC Rio 5, ou UFC 179, será realizado a partir das 21h (de Brasília) deste sábado, no Maracanãzinho.

 

CARD PRINCIPAL

Peso-pena (até 65,8kg): José Aldo (65,8kg) x Chad Mendes (65,8kg)

Peso-meio-pesado (até 93,4kg): Glover Teixeira (93kg) x Phil Davis (93kg)

Peso-meio-pesado (até 93,4kg): Fábio Maldonado (93kg) x Hans Stringer (93,4kg)

Peso-pena (até 66,3kg): Darren Elkins (65,8kg) x Lucas Mineiro (66,2kg)

Peso-leve (até 70,8kg): Diego Ferreira (70,8kg) x Beneil Dariush (70,8kg)

CARD PRELIMINAR

Peso-meio-médio (até 77,6kg): William Patolino (77,1kg) x Neil Magny (77,6kg)

Peso-leve (até 70,8kg): Yan Cabral (70,8kg) x Naoyuki Kotani (70,3kg)

Peso-mosca (até 57,2kg): Scott Jorgensen (58,1kg) x Wilson Reis (56,7kg)

Peso-pena (até 66,3kg): Felipe Sertanejo (66,2kg) x Andre Fili (66,2kg)

Peso-leve (até 70,8kg): Gilbert Durinho (70,3kg) x Christos Giagos (70,8kg)

Peso combinado (até 71,7kg): Fabrício Morango (71,7kg) x Tony Martin (71,2kg)

 

Foto Jason Silva

Presidente classificou capa da publicação como “ato terrorista”

A presidente Dilma Rousseff dedicou boa parte de sua última propaganda no horário eleitoral na TV para criticar a revista ‘Veja’ pela reportagem em que afirma que o doleiro Alberto Youssef, em delação premiada à Justiça, teria dito que ela e o ex-presidente Lula sabiam dos desvios de dinheiro na Petrobras. Dilma afirmou que a revista “e seus cúmplices” terão de responder na Justiça pelo “ato de terrorismo”, por não apresentar qualquer prova, visando apenas impactar no resultado das eleições.

“Hoje, a revista excedeu todos os limites da decência e da falta de ética, pois insinua que eu teria conhecimento prévio dos malfeitos na Petrobras e que o presidente Lula seria um dos seus articuladores. (…) A começar pela antecipação da sua edição semanal para hoje, sexta-feira, quando normalmente chega às bancas no domingo. Mas como das outras vezes, e em outras eleições, Veja vai fracassar no seu intento criminoso. A única diferença é que, desta vez, ela não ficará impune. A Justiça livre deste país seguramente vai condená-la por este crime”, reagiu Dilma.

“Não posso me calar frente a este ato de terrorismo eleitoral articulado pela revista Veja e seus parceiros ocultos. (…) Sem apresentar nenhuma prova concreta e, mais uma vez, baseando-se em supostas declarações em pessoas do submundo do crime, a revista tenta envolver diretamente a mim e ao presidente Lula nos episódios da Petrobras que estão sob investigação da Justiça (…) Isso é um absurdo, isso é um crime”.

O programa petista acusa a revista: “Todas as eleições, quando candidatos do PT aparecem à frente das pesquisas, a revista tenta desesperadamente influenciar no resultado” diz o apresentador.

O tom das críticas na TV acompanhou manchete da página oficial da candidatura de Dilma Rousseff na internet, entitulado “Todo ano é a mesma coisa”, em que reúne copilado de capas da revista que, segundo o PT, tiveram o único intuito de provocar “terrorismo” no eleitorado contra o partido, Lula e Dilma, às vésperas das datas das votações em 2002, 2006 e 2010.

Suspeito teria se suicidado após cometer crimes

Um aluno abriu fogo dentro da escola Marysville-Pilchuck High School, em Marysville, no estado de Washington, na manhã desta sexta-feira (24). Segundo o diário “The Seattle Times”, que ouviu policiais envolvidos no caso, o suspeito disparou contra si próprio e está morto. Em entrevista à televisão um representante da polícia confirmou que o atirador, um estudante, e uma outra aluna da escola morreram.

Segundo a rede de TV norte-americana CNN, estudantes da escola identificaram o atirador como Jaylen Fryberg. As contas de Fryberg nas redes sociais mostram fotos dele caçando e segurando armas, e o identificam como membro da tribo Tulalip.

O incidente deixou quatro feridos. Eles chegaram ao Providence Regional Medical Center, que acolheu os três em estados mais críticos, de acordo com uma representante do hospital em entrevista à NBC. Uma menina passou por cirurgia e está bem; outros dois meninos ainda estão em cirurgia.

O hospital Harborview recebeu o outro ferido, um estudante de 14 anos que levou um tiro na mandíbula. Sua condição é séria, mas ele não corre risco de vida, disse uma representante do hospital.

O incidente aconteceu às 10h45 pela hora local (15h45 na hora de Brasília). Alguns alunos foram levados a uma igreja próxima, onde foram contados, e a polícia pediu para que os pais não se aproximassem da escola. “Os estudantes que frequentam o campus da MPHS estão sendo realocados para a Igreja Comunitária Shoultes na esquina entre as ruas 116 e 51. Ônibus levaram os estudantes de lá para casa. Os pais que estiverem na área e queiram buscar seus filhos precisarão ir até a igreja para retirá-los com o administrador da escola ou as autoridades”, informa um comunicado da escola.

Um estudante de 17 anos disse à rede NBC que recebeu uma mensagem de seu irmão, que está dentro da escola, e que relatou que um aluno teria atirado na lanchonete: “Eu estava na minha sala e alguém disparou o alarme de incêndio. Pensamos que era um treinamento para fogo e corremos para fora, então nos disseram para voltar à classe”, disse a aluna Cindy Rodriguez. “Estamos com medo”.

Cerca de 30 estudantes e funcionários continuaram dentro da escola para responder a perguntas dos policiais que investigam o caso.

A moeda norte-americana caiu 2,26%, a R$ 2,457

O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (24), último pregão antes do segundo turno das eleições, após pesquisas do Datafolha e do Ibope mostrarem na véspera a presidente Dilma Rousseff (PT) abrindo vantagem contra Aécio Neves (PSDB) e saindo do empate técnico.

A moeda norte-americana caiu 2,26%, a R$ 2,457. Veja cotação. Foi a maior queda diária desde novembro de 2013, quando, no dia 18, houve baixa de 2,3%.

Na quinta-feira (23), o dólar fechou em alta e bateu o patamar de R$ 2,50, com investidores focados na disputa entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). A moeda avançou 1,35%, cotada a R$ 2,5137, na quarta alta seguida. Este é o maior valor desde maio de 2005, quando, no dia 2, a moeda fechou em R$ 2,5146.

Na semana, a moeda teve alta de 1,01%. No mês, há valorização acumulada de 0,37% e no ano, de 4,22%.

A disputa eleitoral também influenciou a Bovespa, que nesta sexta fechou em alta de 2,42%, 51.940 aos pontos.

Na manhã desta sexta, o BC vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólares, pelas rações diárias, segundo a agência Reuters. Todos os contratos vendidos vencem em 1º de junho de 2015 e correspondem a US$ 197,7 milhões. Também foram ofertados contratos para 1º de setembro de 2015, mas nenhum foi vendido.

O BC também vendeu a oferta total de até 8 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em 3 de novembro. Ao todo, a autoridade monetária já rolou cerca de 80% do lote total, equivalente a US$ 8,84 bilhões.

Comércio de bebidas poderá ser feito no dia das eleições

Os supermercados do Paraná estão autorizados a vender bebidas alcoólicas entre 6h e 18h no próximo domingo, dia de segundo turno.  O Tribunal de Justiça do Paraná concedeu liminar autorizando a venda, apesar a lei seca em vigor no domingo de eleições.

O pedido foi feito pela Apras, Associação Paranaense de Supermercados, que representa 750 estabelecimentos no estado.

Banda de Rua faz apresentação na Ópera de Arame

O projeto Playing for Change, criado pelo produtor musical Mark Johnson, que faz sucesso ao redor do mundo está em turnê pelo país e chega a Curitiba com sua famosa banda de rua. A escala do Playing For Change Band na capital paranaense está marcada para o próximo dia 30 de outubro, em uma apresentação inédita em um dos cartões-portais da cidade, a Ópera de Arame (R: João Gava, 970), às 21horas.

O grupo traz na bagagem seu mais recente lançamento, o terceiro CD e DVD “Playing For Change 3 – Songs Around The World”, que reúne mais de 175 músicos de 31 países. . O show “Playing For Change Concert” tem uma causa nobre. Toda a renda da bilheteria será revertida para os programas de educação musical gratuita da Fundação Playing For Change que terá um braço na cidade em 2015.

A fundação PFC Brasil vai construir a primeira escola PFC da América em Curitiba. “Curitiba sera a única cidade do Brasil que vai ganhar este projeto inédito, o qual irá favorecer as crianças das comunidades, onde elas terão a oportunidade de interagir com crianças de outras nacionalidades através do movimento Playing For Change. Haverá uma troca de cultura entre elas”, revela Alan Eccel, um dos conselheiros do movimento Playing For Change.

O novo trabalho inclui apresentações do guitarrista Keith Richards, dos Rolling Stones, Andres Calamaro, Toots Hibbert do Toots & The Maytals, Los Lobos, Preservation Hall Jazz Band, Keb Mo, Manu Chao e Taj Mahal, além de uma música produzida por Jackson Browne.

A ideia do projeto surgiu com a gravação de um documentário produzido por Mark Johnson, onde artistas de rua interpretavam as mesmas músicas – cada um com seu toque. O objetivo era conectar as culturas através da música e promover a paz no mundo. Esse trabalho resultou na mixagem de clássicos como “One Love” (Bob Marley), “Imagine” (John Lennon), “War/No More Trouble” (Bob Marley), “Stand By Me” (Ben E. King) e muitos outros. Versões com novos arranjos e vocais captados ao redor dos cinco continentes.

Os ingressos já estão disponíveis e variam de R$90,00 (meia-entrada) e R$210,00 (inteira), de acordo com o setor. Plateia A (setor central até a fila R) – R$210,00 (inteira) e R$110,00 (meia-entrada).Plateia B (Setor lateral e central a partir da fila S e setor PNE (cadeirantes)) – R$170,00 (inteira) e R$90,00 (meia-entrada).