Cheesecake ao Limoncello


A Janaina (janaina@joaobelezia.com) manda diretamente do buffet uma sugestão de receita para o fim de semana.

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Bom gente, hoje  vou passar pra vocês minha receita predileta de sobremesa, na verdade a que eu me especializei em fazer porque não sou muito boa com doces. Por isso escolhi uma para ser minha sobremesa oficial. É muito boa e com capricho é fácil de fazer.

CHEESECAKE DE  LIMONCELLO

Rende um cheesecake de 28cm

Para a base:

120g de manteiga sem sal
250g de biscoito amaretti, esfarelado

Para o recheio:

380g de chocolate branco finamente picado
380ml de leite integral
750g de cream cheese a temperatura ambiente
50ml de Limoncello
60g de açúcar de confeiteiro peneirado

Agora mão na massa

Preaqueça o forno a 180 graus. Derreta a manteiga em uma panela e misture o farelo de biscoito. Pressione a mistura no fundo da forma forrada com papel manteiga (melhor usar forma com borda desmontável). Asse por 12 minutos e deixe descansar para esfriar.

Para o recheio

Coloque o chocolate e o leite em uma tijela refratária em banho maria. Quando derreter, mexa com cuidado, evitando a entrada de ar. Deixe esfriar, mexendo de vez em quando para impedir que se forme uma película na superfície.

Enquanto isso, bata o cream cheese junto com o Limoncello e o açúcar de confeiteiro até ficar cremoso. Junte metade da mistura de chocolate branco e depois o restante. Despeje dentro da forma com a base pronta e espalhe, alisando a superfície. Leve para gelar por 6 horas no mínimo.

Passe a faca afiada com cuidado ao redor da borda da forma para soltar o cheesecake. Retire o anel da forma, transfira para um prato de servir e decore com lascas de chocolate.

Você pode variar as coberturas: tente uma calda de jabuticaba ou apenas espalhe por cima um creme de leite azedo.

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Espero que façam e depois comentem comigo como ficou.

Um ótimo final de semana a todos.

Degustar 2009


A Degustar 2009 chegou!

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O evento Degustar nasceu em 1997 do impulso de ajudar um grande projeto: o Hospital do Câncer de Barretos. O evento é formado por um time de profissionais da gastronomia e decoração de alto nível.

Os convites custam R$190,00 que são revertidos ao projeto e que incluem todas as delícias para você degustar e se encantar. No site www.eventodegustar.com.br você poderá ver todos os banqueteiros, doceiros e decoradores que por mais um ano estão concretizando um evento que virou referência em voluntariado e ação social.

O evento será realizado no dia 5 de maio de 2009 no  Buffet La Luna (www.lalunaclub.com.br): Rua Pirajussara, 212 - Butantã - SP.

Compre seu convite antecipado pelo site.

Salada de Bacalhau com Risoni


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A chef de Curitiba, Janaina Oliveira (janaina@joaobelezia.com) nos envia de São Paulo, onde trabalha (www.joaobelezia.com), uma sugestão de cardápio para as comemorações da Semana Santa.

Ingredientes:

  • 200 g de bacalhau cozido em azeite e em lascas
  • 50 g de azeitonas pretas em tirinhas
  • 150 g de Risoni
  • 200 g de tomate maduro sem sementes e cortado em cubos pequenos
  • folhas de manjericão verde e roxo
  • Raspas de um limão siciliano
  • 50 ml de azeite extra virgem
  • sal e pimenta a gosto

Preparo:

  • Em uma panela com água fervente, salgada e abundante, cozinhe o risoni “al dente”;
  • Escorra, adicione parte do azeite e junte o bacalhau em lascas, misture bem e deixe esfriar.
  • Adicione o tomate em cubos, as folhas de manjericão, as raspas de limão e por último as tirinhas de azeitonas pretas.
  • Acerte o tempero e finalize com mais azeite.
  • Sirva resfriado como salada.

Produtos orgânicos em Curitiba


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Não que já não existissem por aqui há algum tempo, mas agora os produtos orgânicos ganharam merecidamente uma casa em Curitiba.

Casa não, com seus quase 4 mil metros quadrados o Mercado de Orgânicos pode ser chamado de mansão.

A inauguração é hoje, aliás este post está pequeno pois estou indo pra lá. Quero conhecer de perto as mais de vinte lojas especializadas em produtos orgânicos produzidos (acredito) não só no Paraná, assim como as duas bancas de cooperativas agrícolas, essas sim, exclusivamente paranaense.

Não vejo a hora e espero que esse anexo ao Mercado esteja a altura desse delicioso ponto gastronômico tão tradicional da boa e velha Curitiba.

Bom, eu estou indo, então desligue o micro e me acompanhe.

´bora pro Mercado Municipal.

(O Mercado Municipal de Curitiba, se é que você ainda não sabe, fica perto da rodoviária, para ver o mapa clique aqui !)

O tal do Garam Masala


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O título desse post é uma citação a pergunta do Gerson Lima lá de Goiás. Ele me pergunta sem meias palavras:

_ Paulinho, o que que é esse tal de Garam Masala que eu vi na Nigella?

A Nigella (Lawson) citada na pergunta, entre outras coisas, é uma charmosa jornalista inglesa, escritora de best sellers (no mundo todo) gastronômicos que tem um charmoso programa de culinária que aqui no Brasil passa no canal por assinatura GNT.

Já o Garam Masala é um mix picante de temperos usados na culinária indiana que hoje (graças à internet, globalização e novela das oito) está presente em receitas do mundo todo.

Ainda bem!

Bem… no mundo todo não, mesmo porque o Gerson me contou que vasculhou todas as lojas do ramo em Goiás e não achou. Pois é, nem sempre se acha essas masalas prontas por ai.

Vamos por partes:

A palavra masala na grande maioria das vezes indica uma mistura (blend) indiana de vários temperos de várias espécies que formam várias misturas (ufa!) cada uma com seu nome, chaat masala, pav bhaji masala, hydrebadi masala e entre outras mil a famosa garam masala, mais conhecida porque deve ser a mais fácil de pronunciar, huahuahuahua. Brincadeira povo, é porque é realmente deliciosa. Principalmente pra quem gosta de comida picante, já que a tradução literal seria algo como “Tempero Picante”.

Assim como acontece com o curry (também um blend) na Índia existem muitas receitas tradicionais desse mistura, que variam de família para família.

Apesar de existirem várias receitas, eu para produzir o Garam Masala em casa faço do seguinte modo:

Garam Masala: (Rende aproximadamente 5 colheres das de sopa)

1 colher das de chá bem cheia de cravo da índia

1 colher das de chá bem cheia de Noz Moscada ralada na hora

1 colher das de chá de sementes de Cominho

1 colher das de chá de semente de Coentro

1 colher das de chá de Pimenta-do-Reino preta

3 folhas grandes de Folhas de louro

5 bagas de cardamomo

Pedaço (tamanho de 4 dedos) de canela em rama

  • Abra as bagas de cardamomo, retire todas as sementes, reserve e dispense as bagas.
  • Rale a noz moscada até obter 1 colher das de chá bem cheia e reserve.
  • Coloque para aquecer uma frigideira antiaderente sem azeite ou qualquer outra gordura.
  • Quebre o pedaço de canela em vários pedaços menores
  • Coloque na frigideira todos os ingredientes, menos a noz moscada ralada, e deixe aquecer, mexendo sempre, por aproximadamente um minuto. Isso fará com que o sabor de todos os temperos potencialize.
  • Tire a frigideira do fogo, coloque a noz moscada ralada, mexa bem e deixe os temperos na frigideira por mais ½ minuto.
  • Coloque todo o conteúdo da frigideira em um pilão e moa bem até vira um pó bem fino. (Existem moedores eletrônicos para esse fim, caso você seja o feliz proprietário de um deles, use. Eu mesmo às vezes uso o moedor elétrico de café, só não contem pra minha mulher!!!Dona Suca vai me matar!!!)
  • Guarde em um recipiente hermético por até 3 meses.

Pois é, em que receita a Nigella usou eu não sei, mas espero ter ajudado o Gerson a reproduzi-la.

Nas próximas semanas vou trazer uma receita de carneiro com essa masala. Que acham?

Lembrem-se: Perguntas? psabbag@terra.com.br respondo sempre, mesmo que demore um pouquinho. Né, Gerson?

Abraços a todos, até breve…

E ´bora pra bollywood!

O delicioso Molho Pesto


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Na minha (merecida) folgada noite de sábado recebi o delicioso convite do meu grande brother Cesinha para que fôssemos, eu e dona Suca, comer uma massa e tomar um bom vinho em sua casa nova.

Dito isso aqui vai meu primeiro conselho do dia, nunca diga não quando um italiano te convidar para una pasta squisita con vino. Dissemos sim (sem pestanejar) e nos demos muito bem.

Chegando lá a surpresa foi ainda maior quando vi que a Mônica, filha do anfitrião, estava com a mão na massa. Literalmente.

Abri a porta da cozinha e o aroma do maravilhoso Molho Pesto invadiu a casa toda. Desde então penso nesse post.

E aqui vamos nós:

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Como vários outros, o molho Pesto tem passaporte Italiano. Lá de cima da “bota”, ao norte, em Gênova, nasceu há mais de 5 séculos. Desde então é um companheiro de sucesso dos pratos com massa, mas essa não é sua única utilização.

Use-o também em bruschetas ou canapés, na pizza, mergulhando uma colherada na sua sopa predileta, como molho para o peixe ou frango… por falar em frango, sua carne quando marinada por algumas horas no pesto antes de ser assada ou frita ganha um sabor fantástico.

Quanto ao modo de fazer, os clássicos e tradicionais jamais usariam um liquidificador ou processador. O nome Pesto é uma corruptela do verbo italiano pestare que numa tradução não literal significa amassar. Ou seja, usa-se mesmo o pilão para fazer o verdadeiro molho. É divertido e realmente o sabor pode ser diferente dependendo da ordem dos ingredientes amassados, do quanto se amassa, da pressão do pilão  nas folhas… se tiver um pilão em casa (há ótimos pilões a venda em todas as casas do ramo)  e um dia tiver tempo de experimentar eu aconselho sim, mas, na pressa do dia-a-dia use seu bom e velho liqüi mesmo. Desse modo você comerá uma “Massa com Molho Pesto” feito em casa em menos de 15 minutos. Bom né?

Já quanto à receita mesmo que você vá para Gênova e pergunte qual A receita do pesto vai ouvir dezenas de história diferentes. Cada família diz que a sua é oficial, que o número de dentes de alho deve ser X e nunca Y… na casa ao lado vão falar exatamente o contrário.

A receita que segue é a que eu mais gosto, mas ,saiba que ai em casa você DEVE fazer experiências. Tente essas:

  • Ø Não achou piñoli (em alguns locais chama-se snobar), ou achou o preço salgado? Tente usar castanha-do-pará, nozes ou amêndoas.
  • Ø Troque o queijo pecorino por parmesão, ou use um pouco de cada.
  • Ø 1 dente de alho a mais ou a menos muda todo o molho, veja como você prefere.
  • Ø Experimente marcas diferentes de azeite de oliva (mas sempre extra virgem).
  • Ø Até quem sabe coloque um pouquinho de salsa junto do manjericão (como fazia meu ex-chef). Eu prefiro não, mas quem manda no seu pesto é você, ok?

Enfim, “entorte” essa receita até chegar no Molho Pesto que mais agrade seu paladar.

Molho Pesto Genovês (Para 4 porções)

80 g de folhas de manjericão fresco

2 dentes de alho

40 g de piñoli (ou snobar)

250 ml de azeite de oliva extra virgem

150 gramas de queijo pecorino ralado na hora

Quanto baste de sal

  • Em uma frigideira antiaderente (sem óleo) toste levemente os piñolis sem deixá-los pegar cor
  • Bata no liquidificador o alho e as folhas de manjericão (higienizadas e secas) com metade do azeite por um minuto
  • Coloque agora todos os outros ingredientes (MENOS O SAL) e o restante do azeite e bata por mais 3 minutos ou até a mistura ficar bem lisa.
  • Prove e corrija o sal

Para uso imediato aqueça o molho (sem deixar ferver) e coloque sobre a massa já cozida fazendo com que se misture bem a toda massa. Se quiser guardar use um vidro esterilizado, coloque todo o molho e por cima coloque uma camada fina de azeite de oliva, desse modo pode ficar na geladeira por alguns dias.

Que tal começar a semana com um jantar delicioso em sua casa? Faça o pesto, cozinhe uma boa massa, abra um vinho branco da uva Torrontes ou Viognier

Acho que dessa forma a semana promete, viu?

É isso ai!

‘Bora pra cozinha meu povo!

5 delicias tradicionais de Curitiba


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Minha cidade está mudando.

Toda semana recebo convites para inauguração de algum espaço novo. Cafés, bares, restaurantes, espaço cultural/gastronômico… a lista é grande.

Tenho visto muita coisa que me deixa orgulhoso e feliz com o futuro de Curitiba, mas nada tira do meu coração alguns pratos (e locais) que já estão aqui há décadas.

Não vou falar de todos, sendo que a lista mesmo não sendo enorme é bem grande, hoje divido (infelizmente, de forma virtual) com vocês, cinco deles.

Quem já os conhece sabe do que eu estou falando, e aposto que se não os vê a algum tempo em breve irá visitá-los novamente.

A relação é bem eclética. Guloseimas, carnes, massa e frutos do mar.

Se você mora aqui e ainda não conhece alguma dessas delicias, não perca tempo. (Se não conhece nenhuma, tsc tsc tsc … que vergonha!)

Se você não é de Curita, a lista abaixo apresenta mais 5 motivos para dar um pulinho aqui, e sair feliz da vida, garanto!

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  • Cachorro-Quente do Au-Au:

Além da alta qualidade de todos produtos (pão, salsicha -“vina” aqui pra gente- e molhos) na minha opinião a receita do vinagrete é o segredo desse sanduíche ser a delicia que é. o toque de pimentão é soberbo.

A rede de lojas nasceu de um carrinho há mais de trinta anos, o tal carrinho se transformou em uma dúzia de lojas, presente em todos os shoppings importantes da cidade e no litoral. Minha loja predileta é a que deu origem a série (a do endereço ali embaixo).

O cardápio e o número de atendentes cresce todo ano, mas comer um Au-Au Especial feito por algum dos atendentes dos carrinhos na frente da loja matriz é uma boa forma de fechar a noite.

Au-Au - (41) 3092-0800 Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1000 - Batel

  • Folhado Ilusão d´A Familiar:

Por mais que ame escutar a história dos lugares, até hoje não tive oportunidade de sentar com os donos d´A Familiar e ouvir sobre as origens do negócio.

O que sei é que o proprietário veio da Espanha (dai a logomarca ser um madrileño) e fundou como chef confeiteiro outra confeitaria típica da cidade. Anos depois resolveu abrir seu próprio espaço e assim surgiu A Familiar.

Esse doce chamado “Ilusão” é um circulo de massa folhada recheada de creme.

A leveza da massa e do creme, cheios de sabor, transformam esse doce em algo do outro mundo. Na minha opinião chama-se Ilusão por fazer você se iludir com a idéia que vai comer um só.

Quer me achar em Curitiba domingo à tardezinha? De um pulinho n´A Familiar e tomamos um macchiato com uma Ilusão, ou duas.

Confeitaria A Familiar - (41) 3353-6161 Rua: Rocha Pombo, 377 - Juvevê

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  • Contra-filé à Griset do Bar Palácio:

Com seus quase 80 anos o Bar Palácio merece a medalha de ouro no quesito tradição.

Não há na cidade quem não tenha pelo menos ouvido falar desse restaurante, que desde sempre, além da qualidade nas carnes (Assadas no Especto Giratório - como sinaliza a placa de outrora) tem como característica funcionar até tarde, chega a fechar as 3 da madrugada nos finais de semana.

Pois é. Não é incomum dependendo da hora encontrar mesas inteiras de artistas locais ou de fora da cidade. A última vez que lá jantei (ou tomei café da manhã) encontrei meus queridos amigos Lu e Wella acompanhados do titã Tony Bellotto. Foram horas de bom papo e excelente comida.

Meu prato predileto é o Contra-filé à Griset, acompanham a carne feita com manteiga na chapa, ervilhas e batatas coradas. Se preferir pode substituir o corte de carne por filé mignon, nesse prato não troco o contra-filé por nada! Mas, fique à vontade.

Se quiser dar uma espiada nos bastidores do Bar Palácio, assista ao filme “Estômago”, filmado (entre outras locações) dentro da cozinha do Bar.

Bar Palácio - (41) 3222-3626 Rua André de Barros, 500 - Centro

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  • Filé Alfredo do A Phamphilya

Mignon grelhado com Fettuccine ao molho Alfredo feito na casa.

Parece simples, mas a complexidade de sabores desse prato só Freud explica.

Que os italianos não me escutem, mas o molho Alfredo do Pamphylia é um dos melhores do mundo.

Como entrada é servida uma salada da casa com folhas, tomate, raspas de queijo e molho de mostarda. Gostosa sim, mas procuro nem comê-la para não ocupar o lugar que o Filé Alfredo tem por direito!

O ambiente do Pamphylia é muito bacana. Cara de taverna sabe? Velas em garrafas cobertas por parafina escorrida , garrafas e barris de vinho espalhados pela casa toda, na entrada um simpático corredor com cara de Mediterrâneo! E é assim desde que me conheço por gente.

Pizzas boas, sopas boas, mas se até hoje você só visitou o Pamphylia como pizzaria ou casa de sopas não sabe o que está perdendo!

A boa noticia é que parece que o novo Almoço Executivo nos dias de semana da casa inclui esse prato. Então de dia ou à noite o Alfredo te aguarda no Pamphylia. Eu não costumo deixá-lo esperando!

Restaurante A Pamphylia - (41) 3342-7055  Av. Batel, 1733 - Batel

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  • Arroz de Siri do Bar do Victor

Muito antes de estar no Park Gourmet, muito antes de ser festejado pela critica e muito antes de ser o restaurante que hoje é, eu já me fartava no Victor.

Tenho a sorte de, desde que nasci, morar a poucas quadras desse maravilhoso lugar. Uma das minhas lembranças da infância é do bafafá que causou no bairro a mudança de endereço do - já naquela época - tradicional Bar do Victor.

Por sorte a mudança foi pro bem. O bar virou restaurante, a cardápio aumentou, a clientela também, e a qualidade… bem, a qualidade foi sempre a máxima.

Dos diversos pratos deliciosos do cardápio, o meu predileto é o “Arroz de Siri”.

Chega (e permanece) à mesa quentinho, quentinho dentro de uma linda Le Creuset. O dulçor e a maciez da carne de siri, junto da presença discreta mas marcante dos pimentões amarelos e ervas são complementados pelo crocante das batatas palhas.

Peixinho para acompanhar? Peça o linguado, pescada, congrio, salmão ou robalo em versão solo (ou à capela como diz meu amigo Thiago do Espírito Santo) , sem acompanhamento algum, e divirta-se com o delicioso arroz de siri!

Bar do Victor - (41) 3353-1920 Rua: Lívio Moreira, 284 - São Lourenço

Nossa… que fome. Que tal aproveitar o final de semana pra um tour gastronômico pela cidade?

Se abraçar a idéia me ligue que eu te acompanho!

Grande abraço e excelente final de semana meu povo.

E ´bora pra estrada se você não mora aqui!

Mais Finger Food


mini-kebab-com-molho-golf.jpg                                                                          (Mini kebab de kafta com molho golf)

Olá, amigos! Como estão as coisas por ai?Como disse meu leitor Hermann, é verão (mesmo com essa chuva toda) e nessa estação as pessoas gostam ainda mais de receber convidados.

Pura verdade, então aproveitando o puxão de orelha dele e também o pedido da Karen (outra querida leitora) posto hoje (já não era sem tempo, né?) mais finger food, a forma de servir que está em alta.

Ainda não ouviu falar sobre ela? Então clique aqui, leia o post e volte correndo pra cá!

aspargo-com-salmao-defumado.jpg                                                                            (Mini Roll de Aspargo e salmão defumado)

Eu adoro as tais “comidinhas” por várias razões, entre elas o fato de você poder ter um número gigante de pratos diferentes -sem deixar seu evento com cara de buffet de churrascaria de rodízio-, o charme da montagem e a praticidade ao comer e ao servir. Viva a Finger Food!

Como vocês devem ter visto por ai, a louça que usamos para serivir essas comidinhas têm as formas mais variadas.

Barquinhas, copinhos, pratinhos, pequenas lascas ou pedaços de pedras, colheres chinesas, bambus… Uau! Uma infinidade! Donos de catering podemos dizer o quanto sempre buscamos novidades para esse serviço.

Mas, ai em casa, recorra ao seu armário na hora de servir, use pires de xicrinha de café, assim como as próprias xicrinhas também, tacinhas de licor, copinho de vodka, copinhos de aperitivo, sem esquecer logicamente dos pratos maiores com alguns canapés (diferentes dos usuais pelo amor de Deus, minha gente), mini bruschetas, mini sanduíches e espetinhos, hoje em lojas especializadas existem várias opções diferentes de palitos e espetos.

Use e abuse da criatividade e mega impressione com a mini comida! 

Sem mais delongas. ´bora pros pratinhos:

As receitas abaixo estão propositalmente sem quantidades. Na hora da compra pense no número de convidados e no número de pratos que quer fazer.  

Salada Caprese:

1 pacote de mozarella de bufala de bolinha pequena (tamanho de ovo de codorna)

Tomate seco

Folhas médias de manjericão

Quanto baste de sal e azeite de oliva extra virgem

Espetos de bambu grandes (Caso não encontre substitua por outro palito ou espeto)

  • Cortes cada fatia de tomate seco ao meio no sentido do comprimento
  • Tire o soro da mozarella de bufala, coloque as bolinhas em uma tigela e tempere com sal e azeite de oliva 
  • Em cada palito espete uma folha de manjericão
  • Em seguida envolva cada bolinha da mozarella em uma tira de tomate seco e espete logo abaixo da folha de manjericão
  • Abaixo do queijo com o tomate coloque mais uma folhinha de manjericão

Reserve os espetos na geladeira até a hora de servir.

Mini batata assada:

* Olha ai uma opção diferente de canapé!

Batatinhas pequenas (Tipo para conserva)

Requeijão

Bacon em cubinhos

Quanto baste de manteiga e sal

  • Cozinhe as batatinhas na água com sal até que fiquem levemente macias (CUIDADO PARA NÃO DEIXAR DESMANCHAR)
  • Enquanto as batatinhas cozinham, frite o bacon até que doure

A partir desse ponto reserve o bacon e as batatinhas e só continue minutos antes de servir

  • Pouco antes de servir pré aqueça o forno em 200o
  • Com ajuda de uma faca abra as batatinhas no sentido do comprimento
  • Coloque em cada metade da batata uma pitada de sal, um pedacinho de manteiga, uma colheradinha de requeijão e salpique alguns cubinhos de bacon
  • Leve ao forno por aprox. 5 - 7 minutos para que o requeijão derreta levemente
  • Sirva quente

Kani, Somen e tomate uva na folha de endivia:

Endivia

Kani Kama

Tomate Uva

Nira

Gengibre ralado

Macarrão Somen

Molho Shoyo Premiun

Azeite de oliva

  • (Foto 1) Desfolhe e higienize as endivias (use só as folhas menores, guarde as maiores -que ficam do lado de fora da cabeça- para outra receita)
  • Corte o Kani em cubinhos
  • Corte o tomate em fatias finas
  • Corte as folhas de Nira (Cebolinha de folha achatada usada na culinária japonesa) bem fininha
  • Cozinhe o somen em água fervendo com sal pelo tempo indicado na embalagem, escorra e deixe esfriar
  • Para montagem use como base uma folha de endivia (que tem formato de barquete) coloque nela um pouco do somen regue com um fio de azeite de oliva e molho shoyo
  • Por cima coloque o tomate cereja e o kani, salpique com Nira e um pouco de gengibre ralado
  • Sirva frio

barquete-de-endivia.jpg (Foto 1)

Para receber seus convidados servindo finger food pense do seguinte modo. Esse conceito pode ser aplicado em vários pratos, para isso use a imaginação na forma de montagem, sendo que o modo de fazer o prato é quase sempre o mesmo que seria usado se ele fosse servido em porções normais. Por exemplo:

Para o mini kebab de kafta com molho golf (foto que abriu esse post) a kafta foi montada  em um palitinho pouco maior que o de dente, fora isso foi usada a mesma receitas das grandes e assada da mesma forma na grelha.

Para um mini cuzcuz paulista (pergunta da Karen) faça sua receita predileta desse prato e na hora de montar use forminhas de quindim.

Para massas e molhos, siga sua receita e na hora de servir use potinhos pequenos pra as pequeninas porções.  

Crie sem medo e surpreenda seus convidados!

Por hoje é isso amigos.

‘bora pras mini porções e nos vemos em breve.

Abraço a todos e até!

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Bem-vindo a Sal Grosso e Ervas Finas

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