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Crônica de uma tragédia anunciada

Postado por JP Bettega em 18/01/2010 em Henrique Domenico
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Prezados leitores, é com grande satisfação que me apresento para vocês, sendo que de agora em diante comentarei sobre nosso Grandioso Furacão da Baixada, único representante de nosso futebol na primeira divisão.

Pois bem, indo ao que interessa, o resultado do jogo do Toledo foi uma crônica de uma tragédia anunciada.

Entra ano e sai ano e continua a mesma coisa, um time completamente desorganizado, as mesmas figuras de sempre, temos sofrido companheiros. Perdemos Paulo Baier machucado, o Wallyson me perde um gol que até minha mãe faria, etc., assim vai ser complicado de aguentar.

Vamos ver se quando o propalado “time principal” entrar em campo se alguma coisa acontece.

Abraços


Derrota justa

Postado por admin em 26/04/2009 em Henrique Domenico
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Esperei a cabeça esfriar. Muitos assuntos diferentes para abordar. 

Festa da Torcida - Na chegada, as belíssimas bandeiras que Os Fanáticos lançaram. Homenagens justíssimas que merecem todos os parabéns, embora tenha sentido falta de uma bandeira para Alex Mineiro. A festa que os rubro-negros fizeram foi sensacional e merecia o título que não veio. Não veio ainda, mas tem que vir. Pela honra e pelo que esses torcedores rubro-negros fizeram hoje. Mesmo com uma atuação muito abaixo da crítica, nenhuma vaia em quase todo jogo. É uma torcida de fanáticos mesmo.

Geninho - Não existe explicação para Julio Cesar ser titular do Atlético e Wallysson ficar no banco. Sob nenhuma análise, sob nenhuma ótica. As mudanças do intervalo até lembraram o Geninho de 2001. Mas já era tarde. Nesses quatro meses de 2009, o Atlético precisava ter testado o time em outro esquema, com apenas dois zagueiros e sem depender exclusivamente de faltas de qualquer lugar do campo para serem lançadas na área. Netinho e Julio Cesar, os xodózinhos de Geninho, não jogam nem no meu time de amigos. E, antes que critiquem, faço o mea culpa do paraguaio. Não foi bem no Atletiba. Salvaram-se Marcinho, pelo segundo tempo, e Marcio Azevedo. Justamente os dois suspensos para o último jogo, contra o Cianorte.  

Jogo - Um primeiro tempo ridículo do time atleticano que merecia até perder por mais gols. E um segundo tempo de pressão no abafa que quase rendeu a virada épica. A vitória do Coritiba foi justíssima. E tirando o impedimento mal marcado que nos tirou o gol da virada, a arbitragem foi muito boa. Aqui não tem chororô.

Notícias no site oficial - Antes do jogo, publicaram no site oficial do Atlético notas prontas que seriam veiculadas em caso de título. Você leu corretamente. Antes do jogo começar, soltaram notas no SITE OFICIAL do Atlético comemorando o título atleticano antes do jogo acontecer. Se eu aqui me cuido horrores com palavras, imagina o cuidado que alguém do site oficial tem que ter. Antes de Atletiba fazer uma dessa, é pra pedir o boné.

Para finalizar, responda.
Até quando o torcedor atleticano terá paciência com Geninho?
 


Bate-papo com Julião, da Caveira

Postado por admin em 20/03/2009 em Henrique Domenico
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Julio Cesar Sobota tem 39 anos, vinte e seis destes vividos dentro da Torcida Organizada Os Fanáticos, sendo os últimos dez como presidente. Em 2008, foi eleito vereador de Curitiba com 4041 votos e considerado por muitos analistas políticos a maior surpresa da eleição. Julião, como é conhecido, bateu um papo comigo ontem na sede da torcida. Por mais de duas horas falou sobre política, torcida organizada e, claro, sobre o Atlético. Confira abaixo.

 

 

 

Henrique Domenico: O Julião da Caveira foi eleito ano passado com mais de 4 mil votos. Foi uma surpresa pra você?Julião: Vou ser sincero. Eu não esperava a quantidade de votos que tive. Só na torcida, havia outros cinco candidatos e eu sabia que ia dividir voto e ficaria difícil. Além disso, gastei muito pouco.  

HD: Por que acha então que as pessoas lhe escolheram para vereador? Teve alguma promessa de campanha?Julião: As pessoas votaram em mim porque sabem que podem confiar na pessoa Julião. Nunca prometi nada e nem pedi dinheiro pra ninguém. Não falava que faria coisas que sabia que seriam impossíveis. Quem votou em mim tinha certeza apenas que meu jeito é de ser honesto e fazer sempre o bem. E é o que estou tentando fazer, ajudar no que é possível a população de Curitiba.

HD: Acha que só os votos de atleticanos foram suficientes para sua eleição? Julião: Com certeza os atleticanos que me elegeram, imensa maioria de votos deles. Mas tenho convicção que alguns torcedores de outros clubes votaram em mim também. 

HD: Qual a bandeira do Julião vereador?Julião: A cidade tem alguns problemas que nós temos que tentar ajudar a combater. O problema do crack é gravíssimo, por exemplo. Temos que fazer de tudo para acabar  com isso aqui. É complicadíssimo. Tem a educação, tentar inserir a população afastada novamente na sociedade. Dar um maior apoio ao esporte amador. Inserir crianças carentes no esporte é uma grande saída. A Câmara tem muita gente boa querendo ajudar. Muita gente comprometida com a melhoria da população.

 

 

HD: Falando um pouco de Atlético. Antes o clube era comandado por Mario Celso Petraglia e agora por Marcos Malucelli. Como você avalia a eleição do final do ano passado e a mudança de direção do clube? Julião: Na administração Petraglia, nós da torcida nunca tivemos diálogo com ele. Aliás, ele nunca teve diálogo com ninguém. Fugiu da imprensa, fugiu da torcida. Tenho certeza que todo o torcedor – e estou me incluindo aqui - é muito grato ao senhor Petraglia pelo histórico dele, pelo que fez para o Atlético estar aonde está. Pena o fato dele(MCP) ser tão arrogante porque poderia estar ainda melhor. Ele e o Atlético. A eleição foi ótima para o clube.

HD: A torcida não se posicionou do lado de ninguém publicamente. E internamente, teve alguma orientação? Julião: Absolutamente.  A TOF ficou do lado do Atlético na eleição, completamente neutra, sem defender A nem B. Todos aqui podiam votar em quem quisessem, não foi feita nenhuma orientação, campanha, nunca foi feito nada.  Os dois candidatos vieram conversar conosco e, de maneira muito civilizada. Tanto o Gláucio Geara como o José Henrique de Faria vieram na sede. O Geara sempre nos tratou com respeito, que é a grande diferença perante a diretoria antiga. Foi muito legal mesmo.  

HD: Pelo jeito, o respeito continuou depois de vencerem a eleição, certo?Julião: Quando a chapa do Malucelli ganhou, a gente achava, de verdade, que seria a mesma coisa. Mas, que ótimo, não foi. O respeito continuou completamente. Todo mundo já viu o Marcos Malucelli mesmo antes de ser presidente com bandeira, sozinho, em alguns jogos. (Nota do blogueiro: eu mesmo já o vi uma vez em um jogo contra o Paraná Clube na Vila Capanema, sozinho, com uma bandeira do Atlético nas costas, muito antes de ser presidente). Ele é um atleticano de verdade. Tanto que trouxe vários outros atleticanos que estavam afastados como (Edilson) Thiele, o (Roberto) Karam. Até o Ênio(Fornéa), que nem gosta muito da gente, mas faz um trabalho excepcional lá dentro. E é isso que importa pra gente. Se nos tratarem com respeito sempre terão o nosso respeito. É a moeda de troca que utilizamos aqui.

HD: Na sua opinião, por que vc acha que o Petraglia se afastou desta nova diretoria se ele fazia parte da chapa de situação?ulião: O Petaglia se sentiu mal porque nessa diretoria ele não seria mais o centro das atenções, o todo poderoso. E se queimou com isso.

HD: Durante a gestão de MCP, a torcida perdeu bateria, bandeira, faixa, criticada publicamente, entre outras atitudes. Quais os defeitos que você detecta de relacionamento do Petraglia com a torcida? Julião: Um dos grandes defeitos dele que eu sempre apontei foi o fato de tentar elitizar a torcida do Atlético. Não tem como dar certo aqui. Claro que o clube precisa da elite, do pessoal da cadeira, sempre vai precisar. Só que o Atlético sempre foi democrático e ele jamais poderia tratar a torcida em geral como tratou. Com os Fanáticos então nem se fala. A falta de respeito dele sempre predominou. Nunca a gestão Petraglia mediu palavras pra falar da gente. Eu nunca fui bem-vindo pelo pessoal da antiga diretoria, nunca. Por causa da sede de poder o grupo do MCP perdeu a mão depois de 2002. A partir daí, tudo que tinha sido feito pelo clube antes - e que não era pouca coisa - foi sendo substituído por atitudes arrogantes e de quem se achava dono do Atlético. Eles perderam a mão da história depois de 2002.  

HD: Ano passado o time quase foi rebaixado pra segunda divisão do Brasileiro. Alguns torcedores estranharam o fato da torcida não criticar abertamente a direção, na época. É verdade que houve uma trégua entre vocês e Petraglia em um jantar?

Julião: Antes do segundo Atletiba do ano passado (Nota: Final do Paranaense 2008), eu conversei com a Luciana Pombo pra perguntar o que seria feito pra ajudar o time no jogo final que seria na Baixada. Eu me propus a falar com o Petraglia, porque precisávamos de qualquer maneira ajudar o Atlético na final. Tinha certeza que aquele grupo precisava da nossa força. Precisava mesmo. A Luciana Pombo marcou o encontro e eu disse isso para o Petraglia. Foi uma conversa amistosa. Disse que o admirava como empresário e que não gostava do lado atleticano dele. E disse com todas as letras que achava que as pessoas que o cercavam na diretoria como o Mauro Holzmann, o (João Augusto)Fleury e o (Alberto)Maculan eram incompetentes e não ajudavam em nada o Atlético. Falei que a gente queria bandeira, faixa, materiais de incentivo que foram proibidos sem explicação. Em troca ele queria que não quebrássemos cadeiras. Imagina só. Era óbvio que não quebraríamos em hipótese alguma. Do portão pra fora, eu já não poderia responder porque não cabe a mim. Acabou o jogo e nós ficamos lá cantando enquanto o Coritiba comemorava o título. Lá fora, um tumulto enorme. Mas a torcida mesmo ficou lá dentro, cantando e incentivando, como sempre fez. Depois, a Luciana Pombo me ligou para dar parabéns pela postura. Os Fanáticos sempre estarão do lado do Atlético, ganhando ou perdendo.

HD: Esse compromisso era até quando?

Julião: Esse compromisso foi acertado até a última rodada do Brasileiro. Nunca fizemos nenhum acordo para não xingar o Petraglia. Só não fizemos isso porque achamos que poderia prejudicar o time. No estado que o Atlético estava ano passado, precisava de apoio irrestrito. Era pra não desestabilizar, para manter o time focado e buscando as vitórias para não cair. A gente só pensa no bem do time. E assim foi feito.  

HD: A torcida organizada acabou de elegê-lo novamente para um novo mandato como presidente. Em sua carta aberta publicada no site, você critica que ninguém se candidatou contra a sua chapa. Por que?

Julião: É que tem muita gente aqui na TOF que diz que está tudo errado. Mas na hora da eleição, ninguém vem se candidatar. Aqui é democrático. Se seguir o estatuto da torcida, pode se candidatar tranquilamente. E mesmo sem eleição, acha que está errado, pode vir falar comigo. Sem problema nenhum.  

HD: Chamou-me atenção o fato de apenas 150 sócios em dia terem votando. O que fazer para aumentar o número de sócios em dia nas torcidas organizadas?

Julião: É muito complicado. O torcedor, em geral quer algo em troca, algo mensurável. Alguns querem apenas carteirinha da torcida. Paga uma mensalidade e nunca mais vem. Uma pena. O sócio tem direito a descontos na loja, descontos em viagens e tem que ter na cabeça que a torcida organizada que ele se orgulha de vestir camisa e cantar no estádio precisa pagar contas e comprar materiais para fazer todas essas festas que o pessoal adora ver. Acredito que teremos mil sócios em dia na nossa torcida em breve. 

HD: Como vocês controlam a ação de baderneiros?

Julião: Na sede, tentamos de tudo. Instalamos agora câmeras em todo o lugar aqui dentro. Foge um pouco o controle em dia de jogo, que passam cinco mil pessoas por aqui. Fica muito difícil controlar. Mas a sede é um ambiente muito bacana para todo torcedor seja ele juiz, médico ou o torcedor mais simples que é um orgulho nosso. Aqui, nós temos regras e todos são iguais perante elas. O respeito que exigimos é o mesmo que passamos adiante.

HD: A torcida ganha ingressos da diretoria?

Julião: Não só não ganhamos ingresso como não ganhamos nada e não pedimos nada, além de respeito.  

HD: Quais os jogadores que você admira da história do Atlético?

Julião: Tenho um ídolo que eu não vi jogar: o Nilson Borges. E admiro muito o Ricardo Pinto e o Lucas.  

HD: E a polêmica do momento. Como você vê a ação que o torcedor Ricardo Campelo protocolou exigindo que o regulamento seja cumprido e o líder jogue sete partidas em casa?

Julião: Já teve regulamento pior que foi cumprido. Está escrito, tem que cumprir. Parabéns para o Campelo que é advogado, atleticano e sabe o que faz.  

HD: Galato ou Vinícius?

Julião: Galato. 

HD: E Geninho, como você o define?

Julião: O Geninho é um paizão, um cara que admiro demais. É como o pai super bacana de um amigão seu. Aquele cara legal que você gosta da companhia. Comandou um título brasileiro nosso e nos salvou ano passado. Não tem o que falar dele, um técnico fantástico e que sempre tratou muito bem nossa torcida.

 

 

 


Rotina

Postado por admin em 15/03/2009 em Henrique Domenico
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Assisti o segundo tempo do jogo do Atlético ontem. Cada vez fica mais claro que o time sente falta de dois meias pra ajudar o ataque. Assim, a entrada de Julio dos Santos torna-se absolutamente necessária. Gostei muito da dupla Lima e Jorge Preá também. Não fosse o bandeira americano, o time teria até virado o jogo no tempo normal com os atacantes. Galato, o reserva que só Geninho acha que é reserva, garantiu o troféu dos amistosos preparativos com o Dallas.

Pelo nosso estadual, continua a rotina. O Paraná sofre horrores e continua lutando contra o rebaixamento, o Coritiba tem até a vice-liderança ameaçada e o Atlético vai comandando com larga vantagem, sem jogar bem. Precisa apenas discutir o indiscutível regulamento que dá vantagem ao líder da primeira fase de jogar 7 partidas em casa. Acredito, piamente, que as regras serão cumpridas e o torcedor não será feito de palhaço. Mentira, não acredito coisa nenhuma. Mas vou torcer para que se tenha um mínimo de respeito com todos os envolvidos. A salvação pode ser o tal Estatuto do Torcedor que impede alterações nas regras. É o mínimo que deve ser feito.

Pra quem não leu o artigo nono, segue:

Art. 9º - Na segunda fase do CAMPEONATO, as 8 (oito) EPD [Endidades de Prática Desportiva] classificadas se enfrentam em turno único, com mando de campo da EPD que teve melhor classificação geral na fase anterior do CAMPEONATO.”

Sete partidas na Baixada. Sem mais.


Descansando

Postado por admin em 13/03/2009 em Henrique Domenico
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Desculpem-me. Esta primeira fase do paranaense está muito fácil. Como o líder descansa, estarei contribuindo com a cultura dos leitores do Blogoool. Acho um pouco mais interessante para os torcedores do time que neste final de semana apenas acompanharão o sofrimento do restante.

Dallas. 

Dallas possui uma área total de 997,1 quilômetros quadrados. Desta área, 887,2 km² é constituída por terra firme e 110 km² é coberta por corpos d’ água. Cerca de 11,03% da cidade é coberta por água. A região metropolitana de Dallas está localizada em uma região cujo terreno é pouco acidentado, a uma altitude de cerca de 140 a 170 metros.

Dallas possui um clima subtropical húmido, possuindo invernos relativamente amenos e versões quentes. Eventualmente, frentes frias vindas do Canadá podem fazer com que a temperatura da cidade caia abaixo de 0ºC. Por vezes, neva na cidade, embora isto seja uma ocorrência relativamente rara. A temperatura média de Dallas no inverno é de 7°C, a médias das mínimas é de 2°C e a média das máximas é de 13°C. Mínimas podem alcançar até -18°C (embora muito raramente caiam abaixo de -5°C), Máximas podem alcançar até 20°C. A temperatura mais baixa já registrada em Dallas foi -17°C, em 1989. A temperatura mais alta já registrada no inverno da cidade foi de 35°C, em 1996.

O tempo em Dallas é instável, devido à sua localização geográfica, no leste do Texas, que possui um terreno pouco acidentado, com poucos obstáculos naturais, que permitem o rápido movimento de grandes massas de ar vindas do norte e do sul. Em certos casos, mudanças drásticas no tempo da cidade ocorrem, como quedas ou aumento súbito da temperatura ou uma tempestade repentina. Uma frase comum na cidade é if you don’t like the weather, wait a little while and it’ll change (se você não gosta do tempo, espere um pouco, e o tempo logo mudará).

A taxa de precipitação média anual de chuva na cidade é de 91 centímetros. A estação mais hhúmida do ano na cidade é a primavera (primariamente entre Abril e Junho (30 centímetros durante este período), com o outono registrando aproximadamente 25 centímetros. Os períodos de estiagem são o verão e o inverno, que registram menos de 20 centímetros cada. Dallas está localizado próximo ao sul de uma região venerável à tornados e grandes tempestades, no centro-sul dos Estados Unidos.

Segundo o censo americano de 2000, Dallas possui uma população de 1 188 580 habitantes, 451 833 residências ocupadas e 266 581 famílias. A densidade populacional da cidade é de 1 339,7 hab/km². Dallas possui um total de 484 117 residências, que resultam em uma densidade de 545,7 residências/km². 50,83% da população de Dallas é composta por brancos, 25,91% são afro-americanos, 2,70% são asiáticos, 0,54 são nativos americanos, 0,05% são nativos polinésios, 17,24% são descendentes de outras raças, e 2,72% são descendentes de duas ou mais raças. 35,55% da população de Dallas são hispânicos de qualquer raça. Devido à actual forte imigração mexicana na região, os hispânicos ultrapassaram os afro-americanos pela primeira vez no censo americano de 2000 como o maior grupo étnico e racial da cidade.

Existem na cidade 451 833 residências ocupadas. 30,3% destas residências são habitadas por ao menos uma pessoa com menos de 18 anos de idade, 38,8% são ocupadas por um casal, 14,9% são famílias com uma mulher sem marido presente como chefe de família, e 41% não são famílias. 32,9% de todas as residências ocupadas são habitadas por uma única pessoa, e 6,5% são ocupadas por uma única pessoa com 65 anos de idade ou mais. Cada residência ocupada é ocupada em média por 2,58 pessoas. O tamanho médio de uma família na cidade é de 3,37 pessoas.

26,6% da população de Dallas possui menos de 18 anos de idade, 11,8% possuem entre 18 e 24 anos de idade, 35.3% possuem entre 25 e 44 anos de idade, 17,7% possuem entre 45 e 64 anos de idade, e 8,6% da população de Dallas possui 65 anos de idade ou mais. Para cada 100 pessoas do sexo feminino existem cerca de 101,6 pessoas do sexo masculino. Para cada 100 pessoas do sexo feminino com mais de 18 anos de idade existem 100,5% pessoas do sexo masculino.

A renda média anual de uma residência ocupada é de 37 628 dólares, e a renda média anual de uma família é de 40 921. Pessoas do sexo masculino possuem uma renda média anual de 31 149 dólares, e pessoas do sexo feminino possuem uma renda média de 28 235 dólares. A renda per capita da cidade é de 22 183 dólares. 17,8% da população de Dallas e 14,9% da população da cidade vivem abaixo da linha de pobreza. 25,1% das pessoas com menos de 18 anos de idade e 13,1% da população com 65 anos ou mais de idade vivem abaixo da linha de pobreza.

A região metropolitana de Dallas é por vezes chamada de Vale do Silício do Texas, por causa de sua grande indústria de alta tecnologia e de telecomunicações. Dallas é um grande centro industrial de manufacturação, o maior do Estado de Texas. Os principais produtos industrializados fabricados em Dallas são produtos electrónicos (computadores, softwares e produtos de telecomunicação), roupas e tecidos, alimentos industrialmente processados, maquinário e material impresso. A cidade é a sede de diversas companhias petrolíferas. No total, a cidade possui cerca de 1 900 fábricas.

Dallas é um grande centro financeiro. Diversos bancos e seguradoras possuem sua sede principal ou sedes regionais na cidade, fazendo da cidade um dos maiores pólos financeiros do centro-sul dos Estados Unidos. Apenas Houston possui um sector financeiro equivalente ao de Dallas.

Dallas é um grande pólo de transportes, sendo o principal pólo aeroportuário, ferroviário e rodoviário do centro-sul dos Estados Unidos.

A forte economia de Dallas atraiu imigrantes de diversas partes do mundo, inclusive de diversos estados americanos. Os habitantes de Dallas almoçam ou jantam fora de casa cerca de quatro vezes por semana, a terceira maior taxa do país. Dallas possui cerca de 335 parques públicos, que cobrem 18 851 hectares.

Juntamente com Houston, Dallas é um dos dois centros económicos primários do Texas. Por causa disso, Dallas e Houston possuem uma rivalidade amistosa, que data desde o começo do século XX. Certas características destas cidades são muitas vezes comparadas. Uma destas comparações é a população de ambas as cidades - similares em escala mundial, Houston dispõe de uma maior população municipal, porém, de uma menor densidade populacional. Dallas, por sua vez, dispõe de uma maior população em sua região metropolitana.

Fonte: Wikipedia.

 


Bom começo.

Postado por admin em 26/01/2009 em Henrique Domenico
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O campeonato começou como se esperava. O Atlético um passo na frente de todos os outros.

Mesmo no primeiro tempo, a impressão que se tinha é que o rubro-negro poderia fazer o gol a hora que bem entendesse. E não deu outra. Usando o velho expediente da bola aérea, fez o primeiro. Depois, virou festa.

Volto a dizer, se o Atlético jogar com seriedadade, efetivar Lima, Marcinho e Raul o quanto antes no time titular é o favorito. Com folga.


Antes tarde do que nunca.

Postado por admin em 21/01/2009 em Henrique Domenico, Blogoool
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Pier tem razão. Não tem nada mais estúpido que cada time ficar roendo a corda de um lado e tentando prejudicar o outro time com atitudes mesquinhas e que não fazem bem nenhum ao futebol do Estado. Demorou bastante, mas a dupla Atletiba está se falando novamente como gente civilizada.

Agora, que cada um faça sua parte e monte equipes mais fortes para que a parceria continue fora de campo, mas que dentro das quatro linhas cada time lute por ideais maiores que os atuais.

Parece incrível o que vou falar, mas o ato de Malucelli de ir até o Couto Pereira traz pela primeira vez uma esperança para mim de que o Atlético não tem mais um personagem com ideias absolutas. Não é pouca coisa. Foi um gesto de grandeza. 


Copinha vale por Raul.

Postado por admin em 18/01/2009 em Henrique Domenico
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Como todos sabem, não gosto de futebol amador.

Mas como o sábado estava meio morno e tinha ouvido falar muito bem do jovem Raul, resolvi assistir o jogo do Atlético com o Fortaleza pela Copa São Paulo.

Valeu assistir. Dá pra ver exatamente os jogadores que vão brilhar no futuro em competições amadoras quando os atletas estão muito acima dos demais, em outro nível. Veja a maneira que Raul vai bater o pênalti que classifica o Atlético para a próxima fase. Repare nas matadas de bola. Além de tudo, parece um jogador de video-game, todos os chutes do lateral vão no gol. De fato, impressionante.

A Copa São Paulo já valeu por Raul. O time profissional do Atlético irá utilizá-lo antes do que se imagina. Espero que por muito tempo.


Sucesso, Alan Bahia!

Postado por admin em 06/01/2009 em Henrique Domenico
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Em um tempo de negócios e mais negócios, em que os jogadores profissionais não conseguem ficar seis meses vestindo a camisa de um time, temos que bater palmas para Alan Bahia, que acaba de ser transferido para o futebol japônes.

Assim como todo jogador que fica muito tempo em um clube, Alan viveu fases boas e fases ruins no Atlético. Nem por isso, deixou de correr e de se dedicar em todas as partidas com a camisa rubro-negra, clube em que jogou desde os seus 14 anos. Símbolo de raça, exímio batedor de pênaltis desde as categorias de base, ótimo marcador e habilidoso, Alan sempre foi aquele volante que não deixava de atacar e fazer seus gols.

A você, Alan Bahia, desejo sucesso em toda a sua carreira profissional. Tenho certeza que a torcida atleticana agradece e reconhece tudo que você fez por aqui.


A volta de Lima é boa para todos.

Postado por admin em 06/01/2009 em Henrique Domenico
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Sabia que esse dia chegaria. Pela primeira vez na minha vida concordei com alguma coisa que o Fernando Gomes disse. No programa da Transamérica de ontem, o comentarista disse que a volta de Lima para o Atlético está próxima e é otima para todos. Disse também que aconselhou o atacante a voltar pra cá. FG tem razão, é excelente a volta de Lima para o Atlético. Para o atacante que pode ter sua última chance em um grande clube, de primeira divisão e justamente no time em que teve maior destaque na carreira. Para o Atlético que pode ter o parceiro ideal para Rafael Moura. Lima só pode jogar sem ter a responsabilidade de ser o artilheiro do time, o camisa 9. Foi assim que obteve o destaque no ano de 2005, quando tinha Aloísio ao seu lado. E é bom também para a torcida do Atlético que não gostava e depois teve que reconhecer o jogador por tudo que fez por aqui.

Encontrei Lima no começo do ano no meio do caos da praia de Caieras, em Guaratuba, tomando água de coco. Perguntei quando voltaria a jogar no Atlético. O atacante disse que é o que ele mais quer na vida. Vai fazer de tudo pra voltar a atuar bem e dar alegrias pra torcida. Se confirmada, é a melhor notícia deste começo de ano pra torcida rubro-negra.

 


E lá vem 2009.

Postado por admin em 05/01/2009 em Henrique Domenico
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E lá vem 2009. Abaixo, uma breve lista de algumas coisas boas que eu espero para este novo ano.

- Maior investimento em futebol.  Independente de vitórias, que o Atlético invista mais em futebol. Não é um bom início saber que trouxemos o quinto reserva do Palmeiras e que podemos perder o atacante França para o Sport ou Galo. E nunca é demais lembrar que investimento em futebol foi promessa de campanha.

 - Mais transparência nas notícias do Atlético.  O torcedor pode e merece saber tudo que acontece dentro do clube de maneira clara. E que ninguém diga que site oficial é portal de notícias de clube de futebol.

- Por falar em imprensa, espero ansiosamente que neste novo ano os profissionais da latinha e dos notebooks parem de ficar choramingando contra arbitragens, complôs contra os times paranaenses e “eixos do mal”. É insuportável ficarmos ouvindo e vendo isso ano após ano.

- Gostaria também que o Atlético se dedicasse mais ao campeonato paranaense. Sendo realista, coisa que é bastante difícil para alguns, é a única possibilidade real de título que os times daqui têm.

- Independente de resultados, que o técnico Geninho possa ficar o ano inteiro no Atlético. 

- Seria muito interessante vermos um futebol paranaense mais forte. Vou um pouco na contramão do Pier. Acho que, independente de parcerias, se cada um pensar grande e procurar fazer a sua parte bem feita, o futebol se fortalecerá como um todo. Naturalmente, se os times ficarem mais fortes fica mais fácil negociar politicamente as coisas.

- Espero um ótimo 2009 pra você, leitor do Blogoool. Que este ano seja o melhor ano da vida de cada um de vocês.


Feliz Natal!

Postado por admin em 25/12/2008 em Henrique Domenico
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Um ótimo Natal para todos os leitores do Blogoool!


A maior torcida.

Postado por admin em 22/12/2008 em Henrique Domenico
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A Paraná Pesquisas divulgou no último domingo a maior pesquisa sobre preferências clubísticas no estado do Paraná.

Primeiro fato que foi amplamente explorado é que a torcida corintiana é a maior do estado. Nenhuma supresa até aí. Isso começou com a colonização do estado feita por paulistas e continuou com a exploração que as rádios e depois as televisões fazem dos times de São Paulo. E é bom abrir olho.

Depois, a absoluta vantagem do Atlético sobre o Coritiba, tanto em Curitiba quanto no resto do Paraná. Apenas em Contenda tem mais torcida do Coritiba do que do Atlético. Em todas, repito, em todas as outras cidades o rubro-negro leva vantagem. Qualquer discussão além desta é bobagem e papo de botequim. Não deve ser alimentada. São puras teorias da conspiração de gente que não aceita derrota nem em jogo de bets.

Pra dupla Atletiba reverter a tendência paulista é bom investir mais em futebol. É impressionante como passa ano e entra ano e nossos times continuam sendo apenas prateleiras para times de segunda linha da Europa e os times do eixo Rio-São Paulo, que é tão combatido por uns e outros. O Coritiba acabou de anunciar a contratação de jogadores do Barueri e do Ipatinga. Não dá pra levar a sério.

Ainda não inventaram melhor marketing do que “vitória”. Vale lembrar que desde que começou ”pontos corridos” no Brasil apenas times paulistas venceram o campeonato. Se, além disso, continuarem com ampla exposição da mídia, não vai ter jeito de reverter isso a curto prazo. E, possivelmente, nem a longo prazo.


Valencia e mais dez.

Postado por admin em 18/12/2008 em Henrique Domenico
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Dando continuidade na análise do time atleticano por setores, hoje é o dia do meio-de-campo.

O Atlético tem uma queda por contratar volantes. Tem volante-zagueiro, volante-lateral, volante-meia, volante-volante e até volante-artilheiro.

Tem volante que é o melhor jogador do time, disparado.  Valencia deve ser proridade zero deste novo planejamento do Atlético para 2009. Com contrato terminando em Abril, o colombiano deve encabeçar a lista de prioridades da diretoria. Ao lado de Geninho e da fantástica torcida atleticana, considero este colombiano o grande responsável pelo Atlético ainda estar na primeira divisão do futebol brasileiro. Não só pelo futebol grandioso, mas pelo espírito que ele sempre passou pro time atleticano de que ainda era possível conquistar os pontos necessários.

Destaque também para Alan Bahia, o volante artilheiro, que não foi bem durante o ano, perdeu a posição de titular e voltou em grande estilo na reta final. Alan precisa deixar de ser tão inconstante para tornar-se um grande jogador no futebol brasileiro. Também menção para Zé Antônio que sinaliza uma renovação de contrato. 

Indo mais pra frente, nos armadores, Netinho tem ótimo calibre no pé para bater faltas mas sempre me passa a impressão que cansa no segundo tempo dos jogos. Julio dos Santos é o mais técnico de todos. Como diz meu amigo Javier, ninguém é contratado pelo Bayern a toa. O paraguaio precisa ficar neste ano para ter mais chances. Ferreira caiu de rendimento, fato. Em alguns jogos dava a impressão que os árabes mandaram um clone no lugar do jogador que o Atlético tinha.

Apesar de algumas apostas erradas o setor teve bastante evolução na reta final do campeonato. Mas precisa de mais gente. Um volante e dois meias, principalmente se Netinho ficar na lateral. E sem apostas este ano.

Amanhã termino a restrospectiva com os atacantes. 


Obrigação.

Postado por admin em 12/12/2008 em Henrique Domenico
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Mais do que mérito, a contratação de Geninho era obrigação. Já quase sem mercado no Brasil, o mago que tem todos os méritos pelas maiores conquistas do Atlético desde 2001, não tinha mais muita opção no Brasil. Era o típico acordo bom pros dois lados. Mas o torcedor atleticano pode acreditar um pouco mais ano que vem. Geninho não arriscaria sua imortalidade no Atlético se o ano que vem prometesse ser igual aos últimos três anos de administração. Parece que outros ventos soprarão na Baixada. Melhor para os dois.

Ao Rodrigo, bem folgado por sinal, segue o novo mascote do Tricolor. Super representativo, escolhido pela torcida de vcs. 

Paranito

 

Ao Píer, aguardo ansiosamente a primeira fase da Sulamericana. Confrontos diretos e a possibilidade enorme de um Atletiba de cara. Só pra manter a escrita de que o Coxa nunca passa para a segunda fase de um torneio continental.

E eu imagino a vergonha que deve dar só de imaginar que até o Paraná já passou pra segunda fase de um campeonato internacional. Nossa senhora.


Falta de memória e falta de assunto.

Postado por admin em 11/12/2008 em Henrique Domenico, Blogoool
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Ilustres,
com muito prazer que começo na data de hoje a escrever para o Blogoool. Mais uma vez com a ingrata e honrosa responsabilidade de substituir o ícone, Mauro Singer. Obrigado pelas palavras, mais uma vez, amigo. Agradeço também a lembrança pelo meu nome do Pierpaolo. E vamos lá que blog é dinâmico. Alguns fatos curiosos aqui postados anteriormente. Primeiro, a falta de memória do representante coxa. Vem falar da festa que fizemos domingo passado porque não caímos. Ha-ha-ha. Menos de um ano atrás recordo-me de um time que fechou a “Batel” porque foi campeão da Série B. Isso mesmo, campeão da série B. E ainda fala do nosso “slogan”: time grande não cai. Slogan bom mesmo pra ele deve ter sido ”Vamos subir Coxa”. E o representante paranista que está tão sem assunto que palpita sobre os técnicos que andam esnobando o Coritiba. Certo vc, Rodrigo. Pra te ajudar, puxar assunto mesmo, algumas perguntas. O que o Paraná almeja esse ano? Não cair no Brasileiro, passar da primeira fase do Paranaense? É bom se planejar, tem time vindo forte esse ano.

Depois voltamos pra falar das eleições do Atlético e dos estádios que andam se multiplicando em Curitiba. Daqui a pouco o J. Malucelli anuncia o seu estádio com uma passarela pro Parque Barigui. Não é fácil.

“O Coritiba fez o melhor que podia e alcançou a vaga da Sulamericana. O Atlético fez o pior que podia e alcançou a vaga na Sulamericana.”