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Profissionais de sucesso
Postado por Angel Inoue em 07/09/2008 em comportamentoComente agora »

Levou muitos anos para conseguir o que mais queria: independência pessoal + econômica= liberdade total. Tem (tinha) o hábito saudável de se apaixonar loucamente, mas nenhum homem suporta uma mulher que sai para jantar com o telefone celular na bolsa, fala de negócios o tempo todo, é uma profissional de sucesso e tem que dormir cedo, convenhamos: é dose mesmo.
Tanto se falou na liberação feminina, só que na pratica nada mudou, e sempre teve que optar: a profissão ou o homem. A cada vez que tentou conciliar não deu certo, e sempre que deu prioridade ao amor, acabou plantada e sem emprego, droga da vida.
Não costuma ter tempo para pensar no quanto está sozinha, aliás, cada vez mais, até para não pensar mesmo. Só que hoje está difícil, gostaria que o telefone tocasse, que alguém lembrasse que ela é mulher. Há muito tempo ninguém fala da cor dos seus olhos ou elogia suas pernas; só falam da sua capacidade profissional, de sua inteligência; danem-se essas qualidades. Mas se até ela já esqueceu, como é que alguém vai lembrar?
Resolve reformular tudo, vai dedicar o fim-de-semana a isso. Está precisando é de bom assédio sexual para a vida voltar a ter graça.
Danuza Leão
Brincar de ser rica
Postado por Angel Inoue em 29/08/2008 em comportamento1 Comentário »
A gente passa o tempo todo pensando em coisas serias e que preocupam, tipo o futuro. Evita gastos, faz pesquisas de preço para saber onde o sabão de pó está mais barato, fazendo contas para saber se o dinheiro vai dar, se vai faltar ou sobrar etc. Consegue juntar alguma coisa e imediatamente providencia uma viagem, para brincar de ser rica.
Brincar de ser rica – uma deliciosa brincadeira. Mesmo sem estar nadando em dinheiro, no que se atravessa o oceano bate uma irresponsabilidade, uma coragem de fazer certas extravagâncias que valem pelo ano inteiro que se passou ralando e se preocupando.
Alugar um carro com motorista nem que seja por um dia é um luxo que não tem preço – aliás, até tem. E já que vai alugar, que ele seja enorme (o carro, não o motorista), com televisão, dvd, celular, champanhe e caviar, e se possível, jacuzzi; claro que nesse dia só se faz passear, e se o caviar for encarecer muito o programa, leve um sanduíche para comer na hora do almoço.
O motorista deve ser, de preferência, asiático e falar muito mal qualquer língua. Com aquela sabedoria ancestral, entende que aquele dia é muito importante para você, por isso não vai fazer nenhuma pergunta constrangedora e nenhuma sugestão de restaurante. E como não fala língua nenhuma vai ficar calado – obrigação, aliás, de todos os motoristas do mundo. Leia o restante deste artigo »
Amiga, quer virar mulher?
Postado por Angel Inoue em 21/08/2008 em comportamento1 Comentário »
Viu que mudança de sexo agora é um procedimento que o SUS cobre? Leia +
Que maravilha viver
Postado por Angel Inoue em 06/08/2008 em comportamento1 Comentário »
Teve a sorte de ter uma infância muito feliz. Nasceu numa cidade pequena na beira da praia, e costumava arrancar o mexilhão da pedra, abrir com uma faquinha e comer, ainda dentro da água. Só andava descalça, e à noite, para dormir, tinha que passar nos ombros uma mistura de polvilho com álcool, de tanto que ardia, de tanto sol.
Maçã, pêra, uva e galinha, só quando ficava doente. No quintal tinha um pé de pimenta e até hoje só gosta dela fresca – em conserva só em último caso. Peixe e camarão sempre com muito coentro e leite de coco, às vezes, uma gotinha de dendê. Ah, foi uma infância muito feliz, sim.
A vida foi acontecendo. Até hoje não sabe como nem por que, mas foi tendo acesso a coisas mais sofisticadas, das quais nunca tinha ouvido falar. O dia em que viu, pela primeira vez, uma alcachofra, foi uma emoção. E adorou – sempre gostou de novidades.
Foi longo o aprendizado, e passou por todas as fases. Usou roupas turquesa e rosa-shoking, se rasgou por uma camiseta bem original – e nessa, se prestou a fazer propaganda de todo o tipo de produto; usou argolonas nas orelhas, salto agulha, minissaia de couro, cinturão de tachas, o que fosse. Ia à Nova York com freqüência, e ficou na porta do Studio 54, no frio, à mercê das boas graças do porteiro que, em cima de um caixote, escolhia quem era digno de entrar naquela garagem escura, barulhenta, cheia de gente drogada; quando conseguia, que vitória.
Sofreu, ah, sofreu. Contou milhares de vezes o quanto dançou, o quanto se divertiu, que um dia viu de longe Andy Warhol e Bianca Jagger, e existe glória maior?
Foi aprendendo. As roupas foram ficando mais discretas, os paetês sumiram, as plumas caíram. Se hoje dá menos gargalhadas, em compensação, aprendeu a sorrir. Leia o restante deste artigo »
Os que contam
Postado por Angel Inoue em 30/07/2008 em comportamentoComente agora »
Eles sabem de tudo. Tudo o que está na moda, claro.
Da peça de teatro que está fazendo sucesso ao prato que Madonna pediu quando foi jantar no restaurante mais incrível de Los Angeles, passando pelo corte de cabelo de Demi Moore, se as unhas de Bianca Jagger estão curtas ou compridas, a cor do esmalte; de tudo, absolutamente tudo, eles sabem. Eles quem? ora, eles, os de sempre. Em qualquer lugar do mundo eles existem, e se reconhecem a quilômetros de distância.Compram todas as boas revistas e são capazes de, sem pestanejar, dizer quem estava no jantar de Nancy Kissinger em homenagem a Pavarotti, e em que colégio estuda o filho de Caroline Kennedy. Os mais aplicados sabem até o sobrenome do homem com quem ela se casou, haja cultura.
Se o assunto for camisas de homem, tem na ponta da língua o nome do camiseiro que faz as mais lindas; em Hong Kong, claro, aliás, o fornecedor de Gianni Agneli. Se se falar de férias, sabem o nome da ilha do Caribe onde Mick Jagger tem casa, e são capazes de descrever, com riqueza de detalhes, a decoração, a roupa dos empregados, a louça e o que é servido no café-da-manhã. Também sabem qual o clube da moda em NY, o musical que você não pode perder sob hipótese alguma, e mais: em que restaurante deve ir para, se tiver sorte, ver de longe Michael Douglas comendo um carpaccio. Desculpe, carpaccio saiu de moda; tomando um consome morno com ovo de tartaruga poché, um must.
Dá segurança viver num mundo onde não há risco de surpresas. Não importa a nacionalidade, eles se vestem igual, calçam igual, comem igual, pensam igual, vivem igual, se casam entre si. Vão aos mesmos lugares, nas mesmas cidades do mundo, e quando falam do restaurante em que jantaram na véspera, acrescentam a frase “só tinha gente conhecida”. Dá mesmo segurança viver nesse mundo que conhecem tão bem, mesmo que este mundo seja do tamanho de um ovo. De codorna.
Mas se um dia essas referências desaparecessem, como seria a vida? Sobreviveriam? Às vezes acontece de uma dessas pessoas sumir, e acham que ela enlouqueceu, mas é fácil de entender. Uma moça, dessas que sabem de tudo, foi um dia convidada para almoçar por um homem; ele tinha alguma coisa – o que, ela não sabia – e exatamente por isso, apesar de os sapatos deles não serem aqueles, nem o relógio, nem nada, aceitou o convite. No restaurante, ela escolheu a bebida certa para a hora, uma vodca tônica ou um sherry, sei lá. Para seu espanto, ele pediu um conhaque. Conhaque, antes do almoço.Foi a primeira vez que ela conheceu um homem livre. Se apaixonou perdidamente.
Danuza Leão
Dá-lhe viagra
Postado por Angel Inoue em 30/07/2008 em comportamentoComente agora »
Uma pesquisa sobre a sexualidade do homem brasileiro, feito por regiões, aponta que o metade dos curitibanos, falha na hora H. Leia matéria de Paula Melech.
Escravidão
Postado por Angel Inoue em 26/07/2008 em comportamento2 Comentários »
Já pensou em quanto nos tornamos escravo das coisas hoje em dia?
O tipo mais freqüente é a escravidão digital. Alguém consegue ficar um dia todo sem celular? Quando acaba a bateria é um baita desespero. E se não receber uma ligação (pelo menos) por dia, já começa a ficar encanado, achando que ninguém gosta da gente. E a escravidão à internet: checar os emails, tarefa urgentíssima, questão de vida ou morte. Se não entrar ao menos três vezes ao dia no Orkut, começa a dar uns calafrios, achando que perdeu uma ótima festa, que o gatinho ou amigo que mora longe te deixou um recado que vai mudar sua vida. E quando entra, só tem spam - convites chatérrimos que ainda te chamam pelo nome, fazendo a íntima (que audácia).
É perigoso levar o notebook à praia, porque pode ser que você fique tão entretido com o computador que recuse um belo dia de sol, um banho de mar, um frescobol com os amigos… Quando chega a hora em que você prefere ficar em frente ao computador a viver, é de se preocupar.
Mas tem outros tipos de escravidão. Tem gente que não consegue viver sem sexo. E fica irritado, rabugento, descontando em todo mundo seu não-prazer.
Tem também aqueles que são escravos da vaidade. Um novo ácido para a pele, um novo creme para as rugas, um novo tipo de botox, uma nova técnica pra deixar o bumbum mais arrebitado, um novo sei lá o que para rejuvenescer. Um papo com essa turma pode ser bem tedioso – ou não.
Existe também os escravos da balada. Não podem ficar um fim-de-semana em casa, sem fazer nada. Parece que a vida vira um vazio só. Por mais que a festa esteja horrível, as pessoas e as músicas sejam as mesmas, não dá pra deixar de ir. Afinal, quem não é visto não é lembrado – e se deixam de ir à festa ficam em casa comendo tudo que vêem pela frente, roendo as unhas, ligando pro povo que tá na festa sem parar, achando que o príncipe encantado da sua vida vai estar lá, e você em casa, assistindo Zorra Total em casa, assistindo a vida vai estar loi, roendo as unhas, ligando pro povo que tocidade maior. vete com po – neurose pouca é bobagem.
E a escravidão às drogas. Essa sim, mortal. Mas mata aos poucos. Mata a vontade de se arrumar, vai matando a pele, o cabelo, o brilho nos olhos, a alegria, a auto-estima.
Tudo que supostamente era para nos trazer liberdade, se não tomar cuidado, só nos traz mais e mais escravidão. Como diz um amigo: “Queridjinha, joga o cabelo, dá um pivô e se liberta!”
Um amigo gay
Postado por Angel Inoue em 25/07/2008 em comportamento6 Comentários »
Você tem um amigo gay? não? pois não sabe o que está perdendo.
Só pra começar: eles são divertidos, bem-informados, alegram nossas vidas e estão sempre dispostos a tudo, a qualquer hora. Há os que se dedicam mais à cultura, outros à moda/beleza em geral, outros à arte, e dificilmente você encontrará um gay, seja de que classe social for, burro ou ignorante (como diz o ditado popular, bicha burra nasce homem).
Além disso são sensíveis e, quando amigos, você pode contar com eles para qualquer coisa: em cinco minutos te encaixam naquela ala do Salgueiro, numa feijoada ou na melhor mesa, na estréia daquele show maravilhoso. Conseguem descolar um camafeu com uma tia, um xale espanhol, um boa de plumas vermelhas num piscar de olhos. São muito alegres – claro. Difícil encontrar um gay que seja triste ou amargo. Não que sejam doces – isso também não. Digamos que sejam ácidos, o que faz deles personalidades bastante interessantes.
Por um extraordinário acaso do destino, costumam trabalhar de jeito a terem tempo para tudo – contanto que sejam coisas agradáveis, tipo almoços, jantares, festas, viagens; positivamente não nasceram para a depressão. Costumam ter variados dons. Alguns, de um cacho de bananas, dois abacaxis e meia dúzias de laranjas, fazem uma decoração de mesa que poderia ser fotografada para a Vogue. Outros tem um talento para tudo que diz respeito à beleza, e em 15 minutos, com dois lenços, um tubo de purpurina e um estojinho de maquiagem fazem de você uma princesa, sem gastar um só real. Tem o dom mágico da criatividade, e sem nenhum esforço transformam o que parecia triste e lúgubre numa festa. Festa, aliás, é do que eles mais gostam; e quem poderia imaginar uma sem vários, vários deles? antes que me esqueça: adoram um candelabro.
Do Brasil à Filipinas, do Alaska às Ilhas Canárias, tem suas deusas, que veneram. São eternos apaixonados por Marilyn Monroe, Marlene Dietrich, Carmem Miranda, Bethânia, Maria Callas e a maior de todas – Madonna. Eles levantam qualquer astral, e mais do que tudo, nos entendem – ah, como nos entendem. Quando uma mulher começa a se queixar de um homem, das indelicadezas de que eles às vezes são capazes, quem melhor para nos compreender? Quem melhor para nos aconselhar, obrigar a botar um salto alto, um rímel, e ir à luta? “Sofrer por homem, minha filha, xô”.
Às vezes, quando chega o marido falando em bolsa, aliança entre o PFL e o PSDB, as CPIs, que vontade de ser casada com um gay. Um meio gay, digamos. Vamos falar a verdade: neles se pode confiar. Mas por mais que te adorem, você corre sempre o risco de virar as costas e pintar um comentário tipo “nossa, como nossa amiga está gorda” – com o maior carinho, é claro. Mas tirando sua mãe, dá pra confiar em alguém, de verdade? e quem seria a santa incapaz de fazer um comentário desses? sua melhor amiga, por acaso?
O único grande, grande perigo, é que ninguém, mas ninguém neste mundo, tem a memória prodigiosa de um gay. Eles se lembram de tudo: do dia, mês e ano em que Rita Hayworth esteve no Brasil, de todos os detalhes do crime do Sacopã, do ano em que Gigi da Mangueira pisou pela primeira vez na avenida.Lembram de tudo que aconteceu na sua vida – até mesmo das coisas que você, com enorme esforço, finge que esqueceu. O ano do seu nascimento, por exemplo. E são implacáveis.
Danuza Leão
Impressões do interior
Postado por Angel Inoue em 22/07/2008 em comportamento4 Comentários »
* O tempo passa devagar;
* As pessoas são falsamente mansas;
* A língua do povo trabalha a todo vapor;
* A novela e a tv em si tem outra dimensão;
* É muito mais natural acordar e dormir cedo;
* A informação do mundo não é absorvida com tanta intensidade.
Calmaria é bom. Mas cansa.
Homem ideal
Postado por Angel Inoue em 14/07/2008 em comportamento7 Comentários »
Eu adoro homem magro, alto, blasé e com bocão. Mas também já amei meninos baixos, carecas, com a barba por fazer, fortinhos, de cabelos compridos, loiros, etc. Sempre achei que beleza não interessa muito em homem, prefiro os charmosos. Mesmo porque os feios sempre te tratam melhor, dão menos trabalho com a concorrência e são mais inteligentes (na maioria das vezes). Também gosto de homem quieto, na dele. De extroversão já basta a minha. É tudo de fases. Agora estou amando os bonitos, com a pele boa, com o cabelo bem macio e boca idem. Tenho amigas que são loucas por bunda. Eu prefiro os desbundados, e gosto mesmo é de mão. Como sempre acontece comigo, acho que adoro meninos que estão de partida para o exterior. Ou que são de lá. Com você também acontece? Dizem que isso é medo de se amarrar. Pode ser. Afinal, com tantas amostras maravilhosas por aí, pra que se amarrar? Claro que gostaria de ter alguém especial, mas já que não aparece - ou ele já foi pro exterior - vamos tentando né? E pra terminar, o homem ideal sempre é aquele que a gente ama.
Alembra?
Postado por Angel Inoue em 02/07/2008 em livros e revistas, comportamento10 Comentários »

Se Christiane F. foi a leitura obrigatória de adolescentes dos anos 80 e 90, Lolita Pille com seu Hell foi a da geração século 21. O livro é bafo, daqueles de ler numa sentada só. Parece que você está lendo o diário de alguém. Ele conta a vida de uma herdeira de uma fortuna que mora em Paris, e toda sua podridão. Drogas, orgias, concorrência para ver quem tem mais grana e status, muitas grifes, muitas festas. Tudo over. A pergunta na época era só uma: teria Lolita Pille, usado como inspiração sua própria vida? Se sim ou não, o fato é que o sucesso foi muito. E de repente o Ricardo Cohen me manda a foto dela dando pinta no Le Paris Paris recentemente. Adorei.
Simplificando
Postado por Angel Inoue em 24/06/2008 em comportamento3 Comentários »
- A festa só tinha gente feia, o som estava horrível e sem vibe
A festa tava uó
- O menino é arrogante, invasivo e mentiroso
O menino é uó
- O tempo está nublado, com vento cortante e chuva
O tempo está uó
- O filme é longo, o roteiro é ridículo e os atores são ruins
O filme é uó
A vida pode ser mais simples.
O que a gente sempre desconfiou…
Postado por Angel Inoue em 18/06/2008 em comportamento1 Comentário »
Uma pesquisa na Suécia comprovou. O cérebro de mulheres e gays são parecidos (por isso as bis e as mulheres se dão bem) e os cérebros das lésbicas e dos homens são parecidos (por isso eles saem na porrada).
Os exames foram feitos em 90 cérebros. A semelhança está na simetria dos lados dos hemisférios e as amígdalas, ligada às emoções. Ainda fizeram uma experiência; as bis e as mulheres se deram bem nos testes de linguagem e as sapas e os homens se saíram bem nos exames que avaliaram noções de espaço e direção.
E o pesquisador conclui: “Não há mais argumentos, se você é gay é porque você nasceu gay.”
* Da BBC
Disneyzação do mundo
Postado por Angel Inoue em 06/06/2008 em comportamento18 Comentários »

Estava passando em frente a uma livraria e ví esse livro. Fiz até o sinal da cruz. O autor Alan Bryman fala sobre toda essa cultura disney, americanizada, globalizada e hiper consumista.
* Tem um termo para pessoas que estão o tempo todo felizes, dizem que amam tudo e todos, mas que ultrapassam o bom senso natural das coisas, e são denominadas “pessoas Disney”.
love to love
Postado por Angel Inoue em 31/05/2008 em comportamento2 Comentários »
Não tem nada melhor do que estar de casinho com alguém. O telefone toca, o olho já brilha; os amigos sempre fazem conspiração a favor - ou contra; e dizem que você está mais bonita, mais leve, mais feliz. Melhor tratamento de pele do que amor ainda está para ser inventado. É tudo novo, uma delícia. Pessoas novas, papos novos, costumes novos. Começa até a dar uma olhadinha - de leve no campeonato de futebol, coisa que não faria jamais na vida. Até músicas novas tenta ouvir - do gosto dele, é claro. Jura que não quer compromisso, mas já fica sonhando com as férias no Sul da Itália, e vez ou outra, fica pensando até se o sobrenome dele combinaria com o seu. Como mulher é boba.